domingo, 10 de março de 2013


TEORIA CRITICA

“A identidade central da teoria crítica configura-se, por um lado, como construção analítica dos fenómenos que investiga e, por outro, e simultaneamente, como capacidade para atribuir esses fenómenos às forças sociais que os provocam. Segundo este ponto de vista, a pesquisa social levada a efeito pela teoria crítica, propõe-se como teoria da sociedade entendida como um todo; daí, a polémica constante contra as disciplinas sectoriais, que se especializam e diferenciam progressivamente campos distintos de competência. Procedendo assim, essas disciplinas - vinculadas à sua correcção formal e subordinadas à razão instrumental - desviam-se da compreensão da sociedade como um todo e, por conseguinte, acabam por desempenhar um função de manutenção da ordem social existente. A teoria crítica pretende ser o oposto, pretende evitar a função ideológica das ciências e das disciplinas sectorializadas.”

(WOLF, Mauro, 1985, página 82) 

Ana Beatriz Bubola, Guilherme Osinski, Gustavo Lavorato, Karla Fernandes, Mariana Papi e Rafaela Oliveira - 3° período - Jornalismo - Manhã.


2 comentários:

Celina Alvetti disse...

desculpe, mas é um conceito de comunicação, citando um teórico hehe
(não sobre teorias, como a crítica)

Celina Alvetti disse...

conversaremos na terça.