sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Conceito Sociológico





O papel da comunicação é de transmissão de significados entre pessoas para a sua integração na organização social.
Os homens têm necessidade de estar em constante relação com o mundo, e para isso usam a comunicação como mediadora na interação social, pois é compreensível enquanto código para todos que dela participam.
Além desse aspecto, os sociólogos entendem a comunicação como fundamental nos dias de hoje para o bom entendimento da sociedade e na construção social do mundo.
Quanto mais complicada se torna a convivência humana, mais se faz necessário o uso adequado e pleno das possibilidades de comunicação.



EQUIPE: Daniel Malucelli, Daniela Leal, Julia Bagio e Monique Benoski.


FONTE: http://www.univ-ab.pt/~bidarra/hyperscapes/video-grafias-319.htm

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A Comunicação como Diálogo

"A compreensão da comunicação como dialogia é, sem dúvida, um dos modelos mais influentes da comunicação, que remonta à filosofia grega de Platão e Sócrates. A escolha de um expoente desta corrente para efeito de análise tende a assumir, em alguma medida, um caráter arbitrário e limitado. Cientes deste risco, optamos por concentrar a nossa atenção na análise da concepção da comunicação de um dos autores contemporâneos mais expressivos que opera com esse modelo, o filósofo alemão Jürgen Habermas. A primeira consideração a ser feita acerca de suas reflexões sobre a comunicação é que estas se fazem inteligíveis como parte integrante do seu projeto de renovação da teoria social fundada no interesse emancipatório. Juntamente com os interesses técnico e prático, o interesse emancipatório fundaria uma das três vertentes  constitutivas do conhecimento. Essa é justamente a tese central do seu trabalho ´Conhecimento e Interesse`, onde o autor postula que “todo conhecimento é posto em movimento por interesses que o orientam, dirigem-no, comandam-no“ (Heck, 1987:7). O interesse emancipatório é o fio condutor da obra habermasiana".




"Segundo Habermas, com o advento da modernidade estão amadurecidas as condições para o desenvolvimento de uma racionalidade comunicativa, isto é, constituída na interação comunicativa de sujeitos capazes de linguagem e ação. Isso ocorre na medida em que a emancipação progressiva do homem do jugo da tradição e da autoridade confere ao mesmo a possibilidade de estar sujeito apenas à força da argumentação. A comunicação assume assim um lugar destacado nas suas reflexões."

BibliografiaHECK, José N. Introdução in HABERMAS, J. Conhecimento e Interesse. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1987.


Alunas: Aryane Monteiro, Kauany Miguel , Fernanda dos Santos e Samantha Mahara Martynowicz.        Jornalismo 2º período - Manhã.

Comunicação: conceitos, fundamentos e história por João Batista Perles


[...] Marques de Melo (idem, p.31) traça um rápido panorama da comunicação por meio dos diversos conceitos: o científico, o filosófico e o estrutural. Adotando este último para trilhar, o autor resume a comunicação enunciando: “Comunicação é o processo de transmissão e recuperação de informações”, mas adverte para o fato de que “[...] ao analisar o
fenômeno comunicativo, cada ciência e corrente filosófica utiliza a sua própria perspectiva, a sua própria terminologia, os seus conceitos específicos”. Reconhecemos tais contribuições como fundamentais à compreensão do fenômeno comunicativo e, ampliando tais perspectivas, nos parece pertinente, até em função daquilo que se tem estudo nos últimos anos, mencionar a existência de pressupostos sóciointeracionistas-discursivos difundidos pela escola francesa, cujos axiomas foram inaugurados pelo lingüista russo Mikhail Bakhtin e que deságuam no princípio do dialogismo. [...]

Bibliografia:
1. PERLES, João Batista.Comunicação: conceitos, fundamentos e história

Fonte: http://www.bocc.ubi.pt/pag/perles-joao-comunicacao-conceitos-fundamentos-historia.pdf

Grupo: Amanda Maria Paes Rodrigues, Jessica Mirely, Jennifer Sacerdote, Leanderson Sérgio Mendes Moreira, Marina Creplive.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Conceito Sociológico De Comunicação


O papel da comunicação é de transmissão de significados entre pessoas para a sua integração na organização social.
Os homens têm necessidade de estar em constante relação com o mundo, e para isso usam a comunicação como mediadora na interação social, pois é compreensível enquanto código para todos que dela participam.
Além desse aspecto, os sociólogos entendem a comunicação como fundamental nos dias de hoje para o bom entendimento da sociedade e na construção social do mundo.
Quanto mais complicada se torna a convivência humana, mais se faz necessário o uso adequado e pleno das possibilidades de comunicação.

Fontes : Por Liliane Cristina Andrade do Rêgo 
sobre texto de José Marques de Melo

Alunos: Alan da Silva, Anna Julia Lopes,Fabrício Calixto,Jonatan Lavor,Stephanie Morais.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Comunicação e suas diversas teorias

"A comunicação, em primeiro lugar, é algo que violenta o pensamento, como diz Deleuze. Ser violento aqui é nos forçar a pensar e as coisas que nos fazem pensar, diz o filósofo, são mais importantes que o próprio pensamento." Ciro Marcondes Filho

"Os meios são usados pelos interlocutores para transmitir sua mensagem. São eles: o artesão usa o barro, sua mão, sua voz para transmitir conhecimento ao filho. O locutor usa sua voz, o roteiro, o disco, a emissora de rádio, a fira gravada." Bordenave


Na lingüística,  Souza (1973, p. 209) sugere que a Lingüística e Teoria da Comunicação tem-se contribuído mutuamente Seria bizantinismo discutir-se, entre Lingüística e Teoria da Comunicação, qual a que maior contribuição prestou à outra, já que elas se ajudam reciprocamente, numa estreita correlação. É pacífico, desde Aristóteles, que o homem é um ser social. Nem todos, porém, concordam com os fundamentos dessa sociabilidade. Ninguém pode negar, entretanto, que a comunicação, principalmente a linguística é condição basilar dessa sociabilidade, que pressupõe um intercâmbio entre os homens a fim de que seja possível a transmissão, de um para o outro, de experiências, conhecimentos e apelos.

Souza Brasil (1973, p 76), enxerga a cultura como subordinada às formas de comunicação Ora, se a existência da cultura está subordinada a forma de comunicação do tipo humano, isto é, comunicação simbólica, temos que admitir que os fundamentos da comunicação precisam ser buscados nos caracteres biológicos do homem, pois cultura e comunicação simbólica surgiram na terra simultaneamente como o próprio gênero humano. Assim, cultura e comunicação são conceitos suplementares, não se constituindo, nem um nem outro, fundamento mas condição necessária para compreensão e existência de cada um.

Referencias: BORDENAVE, Juan Díaz. O que é comunicação. S. Paulo: Brasiliense, 2002 (27a. ed.)  
SOUZA, Marcondes Rosa. Fundamentos lingüísticos da comunicação. In: Adísia Sá (Coord.) Fundamentos científicos da comunicação. Petrópolis: Vozes, 1973, p. 207-239. 

SOUZA BRASIL, João Pompeu. Fundamentos antropológicos da comunicação. In: Adísia Sá (Coord.). Fundamentos científicos da comunicação. Petrópolis: Vozes, 1973, p. 74-103.

Alunos: Rafaela Moreira Rosa, Lucas Vaz, Raissa Daniella Correa Gomes

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Desafios culturais da comunicação à educação

Trata-se de um artigo de Jesús Martín-Barbero, pesquisador da comunicação e cultura em uma das perspectivas nos Estudos Culturais

"Este artigo trata das preocupações de Jesús Martín-Barbero em relação à falta de compreensão na elaboração de políticas na Colômbia, sobre como o campo da comunicação pode atuar frente aos desafios que a Educação tem de enfrentar para a formação de cidadãos livres e capazes de atuar de forma autônoma na sociedade. Ele discute as dificuldades e principalmente a incapacidade de a escola alterar sua relação com a produção e aquisição de conhecimento. O modelo de comunicação predominante na escola é vertical e autoritário na relação professor-aluno, e linear seqüencial no aprendizado, impedindo que se abra de maneira a enriquecer-se com as novas linguagens dos meios de comunicação. Ele também descarta a mera aquisição de equipamentos e tecnologias, por parte da escola, para a transposição ilustrativa dos conteúdos. Salienta que a escola precisa alterar suas formas de relacionamento com os jovens, com o conhecimento e com o conjunto da sociedade. Essas mudanças comportam entender a centralidade dos processos de comunicação - ao que denominou ecossistema comunicativo - para capacitar o jovem para uma mentalidade crítica, fazendo-o ler o mundo de maneira cidadã."

http://revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/viewArticle/4108
Documento em PDF: http://revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/view/4108/3860

 
Alunos: Beatriz Peccin, Taís Arruda, Caio Liberal, Vitor Cruz e Michel de Alcântara 

Comunicação?

"De imediato, podemos classificar a comunicação conforme propõem os dicionários, assim o termo seria apenas mais um substantivo feminino: '1. ato de comunicar; informação, aviso; 2. passagem, caminho, ligação'. (Rocha 1997, p.154). Mas tal classificação, além de insuficiente para descrever o fenômeno, se serve do longo processo de desenvolvimento da linguagem para simplificar um dos fenômenos mais importante da socialização, cujos limites sempre estão por vir (...)
Resgatando o termo em sua etimologia Marques de Melo (1975, p. 14) lembra que 'comunicação vem do latim -communis-, comum. O que introduz a idéia de comunhão, comunidade' (grifos do autor).
(...) Acolhendo o pressuposto de Berlo, Sousa (2006, p. 28) assume o conceito de comunicação como processo, em razão de que o termo 'designa um fenômeno contínuo [...] com sua evolução em interação'.
(...) Também Marques de Melo traça um rápido panorama da comunicação por meio dos diversos conceitos: o científico, o filosófico e o estrutural. Adotando este último para trilhar, o autor resume a comunicação enunciando: 'Comunicação é o processo de transmissão e recuperação de informações', mas adverte para o fato de que '[...] ao analisar o fenômeno comunicativo, cada ciência e corrente filosófica utiliza a sua própria perspectiva, a sua própria terminologia, os seus conceitos específicos'"






Comunicação: conceitos, fundamentos e história (
PERLES, João Batista.)Disponivel em: http://www.bocc.ubi.pt/pag/perles-joao-comunicacao-conceitos-fundamentos-historia.pdf


Alunos: Camila Marçal, Dayanne Wozhiak, Igor di Santo, Luciana Prieto e Luiz Silvestre Jr.

Edward T. Hall e a comunicação intercultural

Edward Twitchell Hall Junior foi um antropologista americano, e um pesquisador multi-cultural. Ele é lembrado por ter sido quem desenvolveu o conceito da comunicação proxêmica, que é a forma de como as pessoas reagem e se comportam com relação as outras em seu próprio espaço.

Hall disse em seu primeiro livro The silent language: “Cultura é comunicação e comunicação é cultura.” (Hall, 1959, p. 186).

O conceito de Hall hoje em dia é popularmente conhecido como ‘comunicação não-verbal’. “Quando pessoas se comunicam, elas fazem muito mais do que apenas falar.” (Hall, 1966, p. 5)

Hall se baseou em Sigmund Freud, famoso pai da psicanálise para escrever seus livros. Em seu livro The silent language, Hall diz: “Uma das grandes revoluções que Freud fez, foi elaborar a análise do inconsciente humano. Depois da existência desse conceito, ficou comum pensarmos que todos nós podemos existir de diferentes maneiras, de uma só vez.” (Hall, 1959, p. 59).

Com isso, para aprendermos sobre nós mesmos, Hall salienta a importância de levar em consideração a cultura dos outros: “Uma das formas mais efetivas de aprender algo sobre si mesmo, é primeiramente, aprendendo sobre a cultura dos outros. Isso o força a prestar atenção em detalhes da vida que diferenciam os outros de você.” (Hall, 1959, p. 142).

Hall deixou todo um legado com suas diversas obras, e o mais importante de tudo é que para nos comunicarmos, não dependemos apenas das palavras, e sim do comportamento como um todo, que vai desde os gestos até o que propriamente se fala.


Referências:

Hall, Edward T. The hidden dimension. New York: Doubleday & Company, Inc., 1966.


Hall, Edward T. The silent language. New York: Doubleday & Company, Inc., 1959.

Grupo formado por: Bruno Krieger, Caio Porthus, Hélcio Weiss e Leonardo Dulcio.

O que é comunicação?

Comunicação é a forma como as pessoas se relacionam entre si, dividindo e trocando experiências, idéias, sentimentos, informações, modificando mutuamente a sociedade onde estão inseridas. Sem a comunicação, cada um de nós seria um mundo isolado.
Comunicar é tornar comum, podendo ser um ato de mão única, como TRANSMITIR (um emissor transmite uma informação a um receptor), ou de mão dupla, como COMPARTILHAR (emissores e receptores constroem o saber, a informação, e a transmitem). Comunicação é a representação de uma realidade. Serve para partilhar emoção, sentimento, informação.
Quem comunica é a fonte e, do outro lado, está o receptor. O que se comunica é a mensagem. Pode ser vista, ouvida, tocada. As formas de mensagens podem ser: palavras, gestos, olhares, movimentos do corpo. As formas como as idéias são representadas são chamadas de signos. Em conjunto, formam os códigos: língua portuguesa, código Morse, Libras, sinais de trânsito.
 “Os meios são usados pelos interlocutores para transmitir sua mensagem. São eles: o artesão usa o barro, sua mão, sua voz para transmitir conhecimento ao filho. O locutor usa sua voz, o roteiro, o disco, a emissora de rádio, a fita gravada” BORDENAVE, Juan Díaz, 2002, p. 12 a 29.
Antes do surgimento dos meios tecnológicos de transmissão de informação (TV, rádio, internet etc.), os meios de comunicação utilizados eram físicos, como os rios, navios, estradas etc.



Por que comunicar
A comunicação está contida no nosso ambiente social. Em uma conversa de botequim, em um gesto qualquer de reprovação, em um sinal de trânsito, em um espetáculo de dança ou em um diálogo entre surdos-mudos, só para citar alguns exemplos. É impossível dissociar nossa vida, nossas necessidades, da comunicação.
Estudos feitos durante greves de jornais demonstram a intensidade dos sentimentos de privação e frustração que se desenvolvem quando a leitores habituados lhes falta a leitura diária” BORDENAVE, Juan Díaz, 2002, p. 35 a 41.
Estudos também revelam que os meios de comunicação exercem influências positivas e negativas na vida das pessoas. Ex.: jornais podem ajudar na tomada de decisão importante, propiciar o estabelecimento de contatos sociais, dar status (atributo intangível). Novelas fazem “companhia” às pessoas, propiciam uma catarse emocional. Através das novelas, as pessoas aliviam carências, fracassos.

Referências bibliográficas:
BELTRÃO, Luiz e QUIRINO, Newton de Oliveira. Subsídios para uma teoria da comunicação de massa. São Paulo: Summus, 1986. P. 21 a 24.
BORDENAVE, Juan Díaz. O que é comunicação. S. Paulo: Brasiliense, 2002 (27a. ed.). P. 12 a 29 e 35 a 41.
GIOVANNINI, Giovani. Evolução na comunicação. Rio: Nova Fronteira, 1984. P. 23 a 83.

Alunas:  Izabela Weber e Sâmela Rodrigues. Jornalismo 2° período - noturno

A comunicação aos olhos de Marshall McLuhan



“Não percebemos a luz elétrica como meio de comunicação simplesmente porque ela não possui ‘conteúdo’. É o quanto basta para exemplificar como se falha no estudo dos meios e veículos. Somente compreendemos que a luz elétrica é um meio de comunicação quando utilizada no registro do nome de algum produto. O que aqui notamos, porém, não é a luz, mas o ‘conteúdo’ (ou seja, aquilo que na verdade é um outro meio). A mensagem da luz elétrica é como a mensagem da energia elétrica na indústria: totalmente radical, difusa e descentralizada. Embora desligadas de seus usos, tanto a luz como a energia elétrica eliminam os fatores de tempo e espaço da associação humana, exatamente como o fazem o rádio, o telégrafo, o telefone e a televisão, criando a participação em profundidade.” 

 MCLUHAN, Marshall,"Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem", São Paulo: Cultrix, 1969. 23 p.

Acessado em 21/08/2012 às 00h15.

Grupo de pesquisa: Thauane de Jesus, Gabriela Bevilaqua, Marcos Sudoviski e Vinícius Frank Vaz.

TEORIA SOCIOLÓGICA DA COMUNICAÇÃO


"O sistema de comunicação usa as ações comunicativas dos participantes para criar o seu próprio sistema. Ele as usa, abusa, esgota as contribuições dos participantes na sua própria dinâmica de processar informações.
(...)
Tratando-se de um sistema complexo, a comunicação tem que relacionar seus elementos seletivamente, porque não consegue interligar todos os seus elementos ao mesmo tempo. Já que as seleções poderiam ocorrer também de outro jeito (...), a estrutura e a seletividade do sistema estão marcadas por contingências. (...) Neste momento se torna evidente a emersão da comunicação como um fenômeno que possui vida própria e se "impõe" aos sistemas psíquicos.
A genética da comunicação, vista como um processo autopoiético, se baseia, tal qual a genética biológica, em acontecimentos casuísticos, em flutuações, o que lhe confere um certo grau de improbabilidade, nomeadamente em três níveis: a improbabilidade
                                                                   • que a mensagem alcance outros
• que, ao encontrar outros, a mensagem seja entendida
• e que ela - se recebida e entendida - seja aceitada.

Comunicação não é, portanto, apenas uma forma de interação atribuída a uma ação individual, mas uma forma de surgimento, diferenciação e autorenovação de sistemas sociais."


STOCKINGER, Gottfried. Para uma Teoria Sociológica da Comunicação. Pág 81 - 82. Publicado em 2001

Por: Caroline Paulart, Daniele Dalla, Gilberto Stori Junior

Idalberto Chiavenato - "Comunicação", o meio mais eficaz para um bom relacionamento

"Segundo Chiavenato (2000, p. 142), Comunicação é o processo de transmitir a informação e compreensão de uma pessoa para outra. Se não houver esta compre-ensão, não ocorre a comunicação. Se uma pessoa transmitir uma mensagem e esta não for compreendida pela outra pessoa, a comunicação não se efetivou.
Atualmente, nas organizações, a comunicação possui grande valia e afeta diretamente o desempenho dos colaboradores, portanto uma informação passada de forma adequada e clara resultará em uma atividade bem executada, uma comunicação objetiva e eficiente entre os setores reverterá em troca de informações corretas, entendimento e afinidade entre os trabalhadores em que todos se comunicam e interagem, melhorando a motivação, o relacionamento entre os funcionários e consequentemente o Clima Organizacional, eliminando as falhas e deficiências na comunicação.".

Teoria na íntegra: CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 2º Ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2000.


Por: Alana D. Lima, Bruna C. Cavalheiro, Bruna M. Oliveira

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Teoria dos Efeitos Limitados – Abordagem Empírica de Campo



"A perspectiva que caracteriza o início da pesquisa sociológica empírica sobre as comunicações de massa diz globalmente respeito a todos os mass media do ponto de vista da sua capacidade de influência sobre o público. Nesta questão geral está, contudo, já inserida a atenção à capacidade diferenciada de todos os mass media que exercem influências específicas. O problema fundamental continua a ser o dos efeitos dos meios de comunicação, mas já não se coloca nos mesmos termos das teorias anteriores. O rótulo “efeitos limitados” não indica apenas uma diferente avaliação da quantidade de efeitos; indica, igualmente, uma configuração desses efeitos qualitativamente diferente. Se a teoria hipodérmica falava de manipulação ou propaganda, e se a teoria psicológica-experimental tratava de persuasão, esta teoria fala de influência e não apenas da que é exercida pelos mass media, mas da influência mais geral que perpassa nas relações comunitárias e de que a influência das comunicações de massa é só uma componente, uma parte.
O “coração” da teoria sobre os mass media ligada à pesquisa sociológica de campo  consiste, de fato, em associar os processos de comunicação de massa às características do contexto social em que esses processos se realizam. Com este ponto de vista se completa a revisão crítica da teoria hipodérmica.
Na teoria dos mass media de inspiração sociológica empírica, é possível distinguir duas correntes: a primeira diz respeito ao estudo da composição diferenciada dos públicos e dos seus modelos de consumo de comunicações de massa; a segunda – e a mais significativa – compreende as pesquisas sobre a mediação social que caracteriza esse consumo.
As ligações contínuas entre: a. a finalidade prática da pesquisa (saber por quemotivo as pessoas ouvem certos programas), b. a sua relevância teórica (individualizar a melhor conceitualização dos problemas), c. a necessidade de uma metodologia adequada (delinear um projeto global da pesquisa, coerente com a base conceptual).
Existem três processos diferentes para se saber o que um programa significa para o público. Se possível, deveriam ser utilizados em conjunto.
Análise de conteúdo
O primeiro processo consiste em partir de uma análise do conteúdo do programa, o que permite tirar conclusões acerca daquilo que os ouvintes extraem do conteúdo ou, pelo menos, eliminar algumas outras possibilidades. É certo que se pode supor que as pessoas não ouvem colóquios sobre a históriada arte grega para obterem conselhos sobre a maneira de cozinhar [...]
Características dos ouvintes
segundo processo de se saber o que o programa significa para os ouvintes é fazer uma análise atenta e diferencial dos vários grupos de ouvintes. São conhecidas as diferenças psicológicas existentes entre sexos, idades e grupos sociais. Se um programa é escutado predominantemente por um grupo social, é possível compreender-se a natureza do seu atrativo. Suponhamos, por exemplo, o caso de duas comédias: se a audiência de uma é constituída por pessoas com um nível de escolaridade mais elevado do que o da audiência da outra, pode deduzir-se que a primeira comédia oferece um tipo de humor mais sofisticado do que a segunda [...]
Estudos sobre as satisfações
Metodologicamente, a análise das satisfações é uma das três abordagens complementares ao problema do significado que um programa tem para o público [...]
Por conseguinte, a pesquisa que tem por objetivo o estudo do tipo de consumo que o público faz das comunicações de massa, apresenta-se, desde o início, como uma análise conceitualmente mais complexa do que um mero levantamento quantitativo. É impossível separar esse aspecto dos que lhe estão associados, e que são muitos, inclusive o dos efeitos. Para se descrever estes últimos, é necessário primeiro saber quem prefere um certo meio de comunicação e porquê. A este propósito, Lazarsfeld (1940) fala – a respeito da rádio, embora o discurso possa ser generalizado – de efeitos pré-seletivos e de efeitos posteriores. Em primeiro lugar, a rádio seleciona o seu público e só posteriormente exerce a sua influência sobre esse público. A análise dos fatores que explicam as preferências por um determinado meio ou por um gênero específico relaciona-se, portanto, estreitamente, com a análise da estratificação dos grupos sociais que revelam tais hábitos de consumo.
Entre esses temas, considera-se, por exemplo, o problema da variação do consumo de comunicações de massa segundo as características do público, tais como a idade, o sexo, a profissão, a classe social, o nível de escolaridade, etc. Um outro aspecto muito analisado é a permanência, entre o público, de modelos de expectativas, preferências, avaliações e atitudes para com osmass media, de acordo com as características socioculturais que estruturam a audiência.
Devido à quantidade de dados e a uma certa fragmentação na estruturação dos trabalhos, não e possível fornecer sínteses exaustivas e conclusivas sobre este tipo de pesquisa. Há, no entanto, uma indicação de fundo que é de realçar: o estudo das comunicações de massa – mesmo apenas no que respeita ao tema dos efeitos – aproxima-se cada vez mais de um estudo sobre os processos e os fenômenos comunicativos socialmente vinculados. Por outras palavras, para se compreender as comunicações de massa, é necessário centrar a atenção no âmbito social mais vasto em que essas comunicações operam e de que fazem parte.
Por conseguinte, a teoria dos efeitos limitados deixa de salientar a relação causal direta entre propaganda de massas e manipulação da audiência para passar a insistir num processo indireto de influência em que as dinâmicas sociais se intersectam com os processos comunicativos.
Bibliografia:
1. WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editora Presença, 2006."
Grupo: Giulie Hellen Oliveira de Carvalho, Lana Gillies e Letícia Joly.

O que é comunicação? Onde vemos a comunicação em nosso dia-a-dia?

O Que é Comunicação?

Comunicação é o processo de transmitir a informação e compreensão de uma pessoa para outra. Se não houver esta compreensão, não ocorre a comunicação. Se uma pessoa transmitir uma mensagem e esta não for compreendida pela outra pessoa, a comunicação não se efetivou.

Segundo Chiavenato (2000, p. 142), é a troca de informações entre indivíduos. Significa tornar comum uma mensagem ou informação.

Ao conceito de Scanlan (1979, p. 372), a comunicação pode ser definida simplesmente como o processo de se passar informações e entendimentos de uma pessoa para outra.

Num conceito mais amplo e moderno, o profissional precisa proporcionar uma comunicação clara e precisa ter decisões rápidas, visão e ação integral, iniciativa própria e informação plena do negócio da empresa.

Cada período de comunicação é diferente de qualquer outra.

O processo de comunicação é composto de três etapas divisivas:

1 - Emissor: é a pessoa que pretende comunicar uma mensagem, pode ser chamada de fonte ou de origem.

a) Significado: corresponde à ideia, ao conceito que o emissor deseja comunicar.

b) Codificador: é constituído pelo mecanismo vocal para decifrar a mensagem.

2 - Mensagem: é a ideia em que o emissor deseja comunicar.

a) Canal: também chamado de veículo, é o espaço situado entre o emissor e o receptor.

b) Ruído: é a perturbação dentro do processo de comunicação.

3 - Receptor: é a etapa que recebe a mensagem, a quem é destinada.

a) Descodificador: é estabelecido pelo mecanismo auditivo para decifrar a mensagem, para que o receptor a compreenda.

b) Compreensão: é o entendimento da mensagem pelo receptor.

c) Regulamentação: o receptor confirmar a mensagem recebida do emissor, representa a volta da mensagem enviada pelo emissor(Feedback).


Um exemplo de como vemos a comunicação no nosso cotidiano são as propagandas. Veja este vídeo do site youtube, onde o autor representa quatro tipos de comunicação através de propagandas.
 


Grupo: Beatriz Lima, Camila Costa e Laís Holzmann
Jornalismo 2ºperíodo/manhã

Teoria do Cultivo - George Gerbner



"Gerbner é o criador da chamada Teoria do Cultivo. Em sua teoria ele defende que a televisão socializa, ou cultiva os públicos em uma visão comum do mundo com a implantação de valores comuns, na configuração de espaços descritos por ambientes homogêneos. O teórico se interessa principalmente pelas conseqüências derivadas do consumo naqueles em que predominam os aspectos violentos.

[...]
Os efeitos são mais evidentes quando o emissor busca um “público objetivo” e cria uma linha narrativa que o atrai, e também por um vetor de “convergência” que se projeta sobre o conjunto da sociedade a partir da visão dos consumidores de TV mais intensos.
Segundo Gerbner, a TV não desenvolve o caráter agressivo ou qualquer outro em um individuo porem a exposição prolongada à TV favorece o desenvolvimento das atitudes violentas, anti-sociais, pessimistas e paranóica. Isso acontece porque o individuo com maior nível de consumo de TV, tende a construir a percepção da realidade através do que lhe é dito pela televisão, e essa percepção é mais pessimista em relação àquela criada por outros indivíduos, segundo o teórico."

Bibliografia do autor: GERBNER, George. Téorico da Comunicação. Principais Obras: Child Abuse: Na Agenda for Action (1980); World Communications: A Handbook (1984); Mass Media Policies in Changing Cultures (1977).

AutoresLorena Castro, Nayara Oliveira, Rafaela Silva e Jéssica Monteiro.


Grupo: Aryane Monteiro, Kauany Miguel e Samantha Mahara Martynowicz.



Teoria Funcionalista - Mass Media - Mauro Wolf

“Antes de se expor o modelo, convém precisar alguns dos seus contornos gerais. A teoria funcionalista dos mass media constitui essencialmente uma abordagem global aos meios de comunicação de massa no seu conjunto; é certo que as suas articulações internas estabelecem a distinção entre géneros e meios específicos, mas acentua-se, significativamente, a explicitação das funções exercidas pelo sistema das comunicações de massa. É este o aspecto em que mais se distancia das teorias precedentes: a questão de fundo já não são os efeitos mas as funções exercidas pela comunicação de massa na sociedade. Assim se completa o percurso seguido pela pesquisa sobre os mass media, que começara por se concentrar nos problemas da manipulação para passar aos da persuasão, depois, à influência e para chegar precisamente às funções. A mudança conceptual coincide com o abandono da ideia de um efeito intencional, de um objectivo do acto comunicativo subjectivamente perseguido, para fazer convergir a atenção nas consequências objectivamente averiguáveis da acção dos mass media sobre a sociedade no seu conjunto ou sobre os seus subsistemas. A isso corresponde outra diferença importante relativamente às teorias precedentes: enquanto a segunda e a terceira tratavam essencialmente de situações comunicativas de tipo «campanha» (eleitoral, informativa, etc.), a teoria funcionalista dos mass media -ao mesmo tempo que passa do estudo dos efeitos para o estudo das funções - refere-se a um outro contexto comunicativo. De uma situação específica como uma campanha informativa, passa-se para a situação comunicativa mais «normal» e usual da produção e difusão quotidiana das mensagens de massa. As funções analisadas não estão associadas a contextos comunicativos especiais mas à presença normal dos mass media na sociedade.” WOLF, MAURO. TEORIAS DA COMUNICAÇÃO, PÁGINA 65, ANO 2009.

Bibliografia:
1. WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editora Presença, 8ª edição.

Grupo: Aliny Gohenski, Daniela Gusso, Guilherme Becker, Karyna Prado e Luana Kaseker. Jornalismo 2º período - Noite

Teoria Culturológica segundo Edgar Morin


"[...] A sua característica fundamental é o estudo da cultura de massa, distinguindo os seus elementos antropológicos mais relevantes e a relação entre o consumidor e o objeto de consumo.

Por conseguinte, a teoria culturológica não diz diretamente respeito aos mass media e, muito menos, aos seus efeitos sobre os destinatários: o objeto de análise que, programaticamente, se procura atingir é a definição da nova forma de cultura da sociedade contemporânea. O autor e o texto que “inauguraram” esta corrente – Edgar Morin e o seu L’Esprit du temps (A indústria cultural) de 1962 são muito explícitos quanto a isso.

A cultura de massa é “uma realidade que não pode ser tratada a fundo senão com um método, o da totalidade. [...] Não é admissível que se acredite poder reduzir a cultura de massa a uma série de dados essenciais que permitiram distingui-la da cultura tradicional ou humanística. Não se pode reduzir a cultura de massa a um ou a alguns dados essenciais. [...] Penso que devemos tentar ver aquilo a que chamamos “cultura de massa” como um conjunto de cultura, civilização e história” (Morin, 1960, 19).

[...]

A questão simplista de se saber se são os meios de comunicação de massas que criam o seu próprio público ou se é este que determina o conteúdo dos meios de comunicação, é desviante: “o verdadeiro problema é o da dialética que existe entre o sistema de produção cultural e as necessidades culturais dos consumidores” (Morin, 1962, 40).

Ao contrário de outros sistemas culturais anteriores, que institucionalizavam uma fase formal de aprendizagem, a eficácia da cultura de massa baseia-se na sua adequação às aspirações e às necessidades existentes: segundo Morin, a cultura de massa encontra o seu terreno ideal onde o desenvolvimento industrial e técnico cria novas condições de vida que desagregam as culturas anteriores e fazem emergir novas necessidades individuais. “Os conteúdos essenciais – da cultura de massa – são os das necessidades privadas, afetivas (felicidade, amor), imaginárias (aventuras, liberdade) ou materiais (bem-estar)” (Morin, 1962, 161): à medida que as transformações sociais incrementam tais necessidades, essa cultura difunde-se, contribuindo, por seu lado, para enraizar este sistema de valores. A cultura de massa coloca-se, assim, como uma ética do loisir: o consumo dos produtos torna-se, simultaneamente, autoconsumo da vida individual e auto-realização. A cultura de massa é uma moderna religião da salvação terrena que contém em si as potencialidades e os limites do seu próprio desenvolvimento.

De fato, a cultura de massa oferece de uma forma fictícia, tudo aquilo que é suprimido, sistematicamente, da vida real: tornando irreal uma parte da vida dos consumidores, acaba por transformar o espectador num fantasma, projetando “o seu espírito na pluralidade dos universos imaginados ou imaginários, dispersando a sua alma nos inúmeros duplos que vivem por ele.

[...]

Em conclusão, a cultura de massa contribui para enfraquecer todas as instituições intermediárias – desde a família até a classe social – para constituir um aglomerado de indivíduos – a massa ao serviço da supermáquina social (Morin, 1962, 178)."

Bibliografia:
1. WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editora Presença, 2006.

Fonte: http://estudanteocioso.wordpress.com/2012/07/26/teoria-culturologica/

Grupo: Amanda Maria Paes Rodrigues, Jessica Mirely, Jennifer Sacerdote, Leanderson Sérgio Mendes Moreira, Marina Creplive.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Teoria da Abordagem Empírico-Experimental ou da Persuasão

"O modelo comunicacional da Teoria Empírico-Experimental (ou da Persuasão) permanece semelhante ao da Teoria Hipodérmica, mas com a adição do fator psicológico. Assim, sua formula representa uma revisão da relação mecanicista e imediata do ER (Estímulo Resposta), para a seguinte formula: EFPR (EstímuloFatores PsicológicosResposta).
Ao enxergar dessa forma, a abordagem de estudo deixa de ser global – baseado na crença de que todo estímulo gera uma reação (behaviorista) – para se tornar direcionada com o intuito de entender qual a melhor maneira de aplicar a comunicação com sucesso persuasivo e entender os eventuais insucessos dessas tentativas.
Ou seja, a Teoria Empírico-Experimental (ou da Persuasão) acredita que a persuasão (objeto da pesquisa) é algo possível de se alcançar. Assim, para que os efeitos esperados sejam alcançados, a comunicação deve-se adequar aos fatores pessoais do destinatário. Portanto, diferente da Teoria Hipodérmica, não toma como irrelevante as características pessoais do destinatário.
Pressupostos para aplicação
1) O destinatário (audiência)
2) Fatores ligados a mensagem
Esses dois itens foram destrinchados em alguns princípios que, segundo a teoria, pode garantir o sucesso da campanha persuasiva.
1) Fatores ligados ao destinatário (audiência)
a) O interesse do indivíduo em querer adquirir informação. Isso significa que para existir sucesso numa campanha, é necessário que o próprio público queira saber mais sobre o assunto que está sendo transmitido.
b) Exposição seletiva. Trata-se de saber escolher quais veículos de informação irão atingir o público-alvo com maior precisão. Exemplo: rádio? Televisão? Também serve para os produtores dos veículos descobrirem seus públicos e saber o que eles querem ver, ouvir ou ler.
c) Percepção seletiva – os indivíduos não se expõem aos Meios de Comunicação num estado de nudez psicológica, pois são revestidos e protegidos por predisposições existentes. Como exemplo, as crenças religiosas, ideologias liberais ou conservadoras, partidarismo, preconceitos, empatias com o emissor etc.
d) Memorização seletiva – o indivíduo tende a guardar somente aquilo que é mais significativo para ele em detrimento dos outros valores transmitidos, chamados aqui de secundários.
Autor :  Bruno Barros Barreira
Publicado 17 de Agosto de 2009
Grupo : Alan da Silva, Anna Julia Lopes,Fabrício Calixto,Jonatan De Jesus Lavor,Stephanie Morais.

Conceito Biológico de Comunicação

Nesse conceito, a comunicação é relacionada com a atividade sensorial e nervosa do ser humano.
É através da linguagem que é exprimido o que se passa em seu sistema nervoso.
Algumas espécies têm a necessidade de intercambiar informações apenas para multiplicar-se, enquanto a espécie humana procura comunicar-se intensamente com outros porque necessita participar ativamente da sua própria evolução biológica.
Segundo Wilbur Schramm, a comunicação segue a seguinte ordem: primeiro a coleta de informações pela atividade nervosa, a armazenagem, a disposição da informação, a circulação das mesmas para os centros da ação e o preparo de ordens que resultam no envio de mensagens.


Um conceito parcial, pois a comunicação não se resume a impulsos nervosos. Existe, por exemplo, o lado emocional que contribui para a formulação das idéias. A inteligência emocional é parte biológica do ser humano, uma vez que sentimentos como ira e alegria alteram batimentos cardíacos, influenciando pensamentos e reformulando informações."

O pensamento e a feição da pessoa pode mudar, dependendo do que a mensagem estimular nela.
Fonte: Site <http://www.univ-ab.pt/~bidarra/hyperscapes/video-grafias-319.htm> Autora: Liliane Cristina Andrade do Rêgo; Ano: 1997; 
Grupo: Luciano Galvão Simão, Roberto Rohden Godefroid, Pedro Henrique Melo e Vithor Allan Marques.

A Teoria Hipodérmica

A Teoria hipodérmica é um modelo de teoria da comunicação, também conhecido como Teoria da Bala Mágica. 

Segundo este modelo uma mensagem lançada pela mídia é imediatamente aceita e espalhada entre todos os receptores, em igual proporção. 
Os conceitos foram elaborados pela Escola Norte-Americana, nos anos 30. Seu principal objetivo foi fornecer bases empíricas e científicas para a elaboração de sistemas de comunicação, 
Com ênfase nos efeitos da comunicação sobre o comportamento da população. coincide, historicamente, com o período do entre - guerras onde a propaganda de massa começa a ser utilizada como estratégia de guerra e as pessoas despertam para os seus efeitos no totalitarismo. 
Onde populações heterogêneas eram unidas em torno de um ideal comum. 
As mensagens midiáticas ganharam o status de "balas mágicas" com o poder de atingir toda uma população de maneira uniforme. 
Responde, sobretudo à interrogação: que efeito eles produzem numa sociedade de massa? 
Para compreender melhor a Teoria Hipodérmica, é fundamental definir o conceito de sociedade de massa. A massa é constituída por um conjunto homogêneo de indivíduos que, enquanto seus membros são considerados iguais, indiferenciáveis, mesmo que provenham de ambientes diferentes, heterogêneos, e de todos os grupos sociais. 

Harold Lasswell 


Lasswell pode ser considerado um dos "pais" da teoria hipodérmica. O estudo sistemático e rigoroso dos conteúdos da propaganda constituía um modo de revelar a sua eficácia, incrementando as defesas contra ela (de Outubro de 1937 a Dezembro de 1941, funcionou um Institute for Propaganda Analysis, que Publicava um boletim mensal cujo objetivo era "ajudar o cidadão inteligente a descobrir e alisar a propaganda"). Alguns títulos dos trabalhos de Lasswell são elucidativos: Propaganda Technique in the World War (1927) (análise dos temas principais da propaganda americana, inglesa, francesa e alemã, entre 1914 e 1917); World Revolutionary Propaganda (primeira tentativa para avaliar o volume e os efeitos da 
propaganda do movimento comunista em Chicago, 1939); The Propaganda Technique of the Panphlet on Continental Security (análise dos símbolos políticos e da sua utilização como propaganda, 1938). 





FONTES: Blog Teoria C Social <http://teoriacsocial.blogspot.com.br/> e Blog Teorias da Comunicação Profa Dra. Lilian França - UFS <http://teoriasdacomunicacaolilianufs.blogspot.com.br>



Equipe: Daniel Malucelli, Daniela Leal, Julia Baggio e Monique Benoski