segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Tipos de comunicação não - verbal.


Segundo DUBRIM (2003), os mais conhecidos sinais de comunicação são a fala, a escrita e a linguagem, ou seja, são modos que utilizamos e estão sempre presentes. A comunicação não – verbal  complementa esses sinais, pois está expressa no sentido implícito de qualquer mensagem. Expressa também nos sinais utilizados mais que não são palavras, como por exemplo, o comportamento e as atitudes. Portanto, está subdividida em oito categorias:
1. Ambiente: Ambiente físico onde a mensagem é enviada e possui significado.
2. Posicionamento do Corpo: A posição do corpo ao se relacionar com outra pessoa, usada para transmitir a mensagem.
3. Postura: Deslocar-se em direção a outra pessoa, indica atitude favorável á mensagem que está em jogo.
4. Gestos das mãos: Movimentos freqüentes para expressar aprovação, facilitando a compreensão da comunicação.
5. Expressões e movimentos faciais: São indicações que ajudam quanto à aprovação ou descreça no  processo da comunicação.
6. Tom de Voz: Aspecto como altura, volume, quantidade e velocidade da fala podem ser positivos, que indicam a confiança, o nervosismo ou o entendimento.
7. Roupas, modo de vestir e aparência: A preocupação gira em torno da imagem.Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação VI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação da Região Norte – Belém – PA
8. Espelhamento: Criar relacionamento, manter contato com outra pessoa, por meio da voz, respiração, movimento do corpo e linguagem.Devemos ter cuidados com as expressões não – verbais, uma vez que muitos sinais utilizados tornam -se ambíguos.

Alunos: Guilherme Becker, Karina Prado, Luana Kasequer, Daniela Gusso, Aliny Gohenski.



quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Tendências Dos Estudos De Comunicação Na América Latina

"Os primeiros estudos sistemáticos de comunicação na América Latina se iniciam nos anos 30 na Argentina e no Brasil. Nos anos 50 já havia escolas de comunicação na Argentina, Brasil, Colômbia, Cuba, Equador, México, Peru e Venezuela.
A fase inicial do CIESPAL (Centro Internacional de Estudos Superiores de Comunicação para América Latina) foi marcada pelo paradigma funcionalista com base nos modelos de Lasswell, Lazarsfeld e Schramm. Essas teorias foram utilizadas na capacitação profissional e nas linhas de pesquisa voltadas para as áreas de comunicação e modernidade, rádio e tele-educação, difusão de novas tecnologias para o meio rural, liderança de opinião e os agentes de extensão rural.
Nos anos 60 na Venezuela e 70 no Brasil predomina a Teoria Crítica – indústria cultural e manipulação. Os estudos desenvolvidos pela Escola de Frankfurt com as linhas de pesquisa sobre as mensagens dos meios de comunicação de massa ganham terreno no ensino de comunicação no Brasil. Tinham a característica de denunciar a ideologia do consumo imposta pelos meios de comunicação de massa, a invasão das multinacionais de comunicação na América Latina e a dependência econômica e cultural. Nesse mesmo período se intensificam as pesquisas funcionalistas com temáticas sobre as políticas de comunicação nacionais e internacionais.
Os pensadores da Escola de Frankfurt tinham uma posição crítica em relação aos que faziam a Escola Funcionalista, que estava conectada ao capitalismo moderno e ao mercado de consumo em massa. A preocupação com a industrialização cultural uma conseqüência da industrialização dos meios de comunicação dão “mote” para numerosas pesquisas de elaboração de dissertações e teses nas universidades brasileiras influenciadas pela duas escolas.
Nos anos 30 a influência da indústria cultural já era nítida nos Estados Unidos e na Europa. Nos anos 50 expande-se por outras partes do mundo entre elas América Latina e evidentemente o Brasil.
As reflexões que se seguem não deixam de reconhecer a importância dos estudos dos funcionalistas e dos frankfurtianos, das polêmicas entre apocalípticos e integrados. Nos anos 70/80 o mal-estar, a insatisfação estava instalada nos meios acadêmicos e centros de pesquisas de comunicação com relação aos modelos consagrados e os estudos de comunicação no mundo globalizado e em particular na América Latina. Era necessário mudar o enfoque dos estudos de comunicação relacionados com as novas matrizes culturais, com as novas configurações das identidades locais e globais, o papel dos emissor e receptor na comunicação de massa ou face a face."
 Grupo: Beatriz Peccin, Caio Liberal, Michel de Alcantara, Taís Arruda e Vitor Cruz.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"Dentre os modelos de comunicação mais influentes nas últimas décadas, destaca-se o modelo criado em 1949 por C.E.Shannon e W.Weaver, que concebe a comunicação como uma transmissão de sinais. Também designado como uma teoria da Informação, foi concebido, de acordo com seus criadores, como modelo matemático, para permitir a transmissão de um conjunto de informações quantificáveis de um lugar para outro (cf. Krippendorf, 1994: 92). Os próprios autores, segundo  Krippendorf, evitaram a qualificação do modelo proposto como uma teoria da informação, justamente para evitar o seu comprometimento com a noção ordinária da informação associada frequentemente à idéia de significado."

Disponível em: http://www.uff.br/mestcii/ines1.htm

Grupo de Pesquisa: Gabriela Bevilaqua, Thauane de Jesus, Marcos Sudoviski, Rodrigo Lima e Vinívius Frank Vaz.
Claude Shannon