domingo, 17 de novembro de 2013

Nathalia e sua paixão pelo cinema
Nathalia Thaschetti Garcia é estudante de Publicidade e Propaganda na Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Além do curso de graduação ele sustenta outro sonho, o de ser atriz. Nathalia tinha sete anos quando decidiu que queria ser atriz. Ela conta que tudo começou porque ela era fascinada pelo cinema, pelo fato de através do cinema ser possível contar histórias.” Eu assisti um filme da Angelina Jolie e decidi que queria ser igual ela, mas hoje quando eu penso, na verdade eu não entendia nada. Era na verdade só o peso de Hollywood sobre uma pobre menina de 7 anos. Com 10 anos, comecei aulas de atuação e realente fui atrás e descobri que que atuar era realmente a única coisa que eu sabia fazer bem.Eu me dediquei muito porque eu achava tão bonito, que eu acabei me aperfeiçoando apenas em atuação. E desde então, eu nunca parei de ir atrás”, afirma Nathalia. Ela já fez peças de teatro, propaganda de televisão, e tudo que o mercado de Curitiba possibilitava. ” Com 14 anos fiz meu primeiro teste para um longa e eu não passei, nunca vou esquecer que eu entrei na sala com uma camiseta com a cara da Angelina Jolie e o diretor me perguntou: "Por que você está usando essa camiseta?" Eu disse: Porque ela é minha ídola, eu quero ser igual ela. E eles riram de mim. Porque a Angelina sempre teve papeis muito fortes, e eu era uma adolescente fazendo um teste pra um filme comercial para o papel da menininha rejeitada da escola. Eu sempre tive outro foco. Sempre quis fazer cinema que fugia das histórias comerciais, mas eu não tinha muitas opções aqui em Curitiba. Meu primeiro longa mesmo só gravei com 18 anos, e o cinema sempre foi e sempre será minha única paixão. Meu objetivo é fazer cinema”, conta a jovem.
Para Nathalia, de todas as artes, o cinema é mais bonita. Para ela, o cinema brasileiro é de alto nível e tem grandes condições de crescer. ”O que só descobri depois mais velha, é que na verdade a indústria transforma em uma máquina de dinheiro. Então a personalidade que vende mais, é a que ganha. Por isso o Brasil ainda não é tão reconhecido popularmente pelo cinema, mas nosso país tem muito talento, nossos filmes ganham muitos prêmios lá fora que muita gente não fica sabendo. Temos muito mais filmes conceituais do que comerciais. Por exemplo, Crepúsculo, Harry Potter, Thor, todos esses filmes que movem bilheterias é porque Hollywood fez deles uma marca, e nossos atores brasileiros não tem isso e infelizmente não tem o mesmo impacto. Mas a arte cinematográfica do Brasil é fenomenal e eu espero que essa indústria aqui posa crescer cada vez mais e mais”, afirma Nathalia. ”Eu quero ser uma artista e não uma marca. Gosto de personagens honestos, fortes. Eu com certeza quero uma carreira e espero que eu possa representar este lado artístico do Cinema Brasileiro”, conclui a estudante.



 Guilherme Osinski, Fernando Búrigo, Lucas Aquino, Vinicius Rech, quarto período de Jornalismo manhã

Nenhum comentário: