sexta-feira, 30 de maio de 2014

A concordância forçada por medo da exclusão

A concordância forçada por medo da exclusão



Segundo a pesquisa de Elisabeth Noelle-Neumann, a mídia tem uma forte influencia nos receptores, sendo comparada por ela com a teoria hipodérmica. Isso é causado pela agenda setting e um grande acúmulo de informações com o objetivo de formar opiniões.

Para ela o espiral do silêncio é quando alguém não expressa sua opinião por medo da exclusão, e acaba agindo de acordo com o que acha que a maioria pensa.  Isso é um ciclo sem fim, pois conforme as pessoas vão ocultando sua opinião mais numeroso fica o meio.

Segundo Elisabeth, o poder concentrado de opiniões semelhantes mantidas por pessoas particulares, produz um consenso que constitui  a base real de qualquer governo, e é por isso que as pesquisas de eleições podem ser consideradas como uma forma de manipulação, porque quem esta na frente dos votos é acatado por muitos como o predileto.

A importância do espiral do silencio ser quebrada é que só quando as opiniões divergem, há debate. E só com discussão a consciência critica é criada, e o indivíduo deixa de se sentir inseguro de não estar de acordo com a maioria.


Como no texto de apoio Agendamento e Espiral do Silêncio em Tempos de Novas Mídias, que nos mostra que a internet é uma ótima ferramenta para isso, já que as pessoas não tem medo de se expressar nas redes sociais.

Gabrielle Russi, Izabela Weber, Patricia Martyres, Pedro Giulliano, Sâmela Rodrigues - 3 período noite

ESPIRAL DO SILÊNCIO: UMA ANÁLISE SOBRE O TERMO OPINIÃO

Noelle-Neumann, em sua pesquisa sobre a Espiral do Silêncio, disserta e constata o poder e a influência da opinião pública, opinião da mídia e clima de opinião.

Segundo Rousseau, o Estado se estrutura em três tipos de leis: o Direito Público, o Privado e o Civil. Porém existe também uma última que está inserida nos cidadãos que é a opinião pública. "A opinião pública representa uma transação entre consenso social e as convicções individuais". Para Locke, a lei da virtude e do vício, da opinião e da reputação carrega o termo "moda". Já David Hume acredita que as opiniões são essenciais para os assuntos do Estado. Por fim, Alexis de Tocqueville entende que a inclinação à crença da multidão resulta numa opinião que é mais do que nunca dona do mundo. Em outras palavras, a semelhança entre o pensamento dos homens lhes dá confiança em um juízo comum.

Após a Copa do Mundo, o país estará focado nas eleições presidenciais. Começam a surgir as pesquisas de opinião de voto. Quais pesquisas exercem maior influência no eleitor: as que acontecerão em agosto ou as que acontecerão dias antes do pleito? Tal pergunta é intrigante, porém nos ajuda a compreender o que tenta expor a Espiral do Silêncio. 



A mídia, a partir do agendamento dos temas que se tornam notícia, decidindo o que entra daquilo que não é noticiado, considerando o intercâmbio dessa atividade entre os diversos meios, gera uma falsa ideia de consenso. É como se tudo que não é publicado não tivesse razões para sê-lo. Uma opinião que não seja recorrente no receptor cria um desconforto, forçando-o a adaptar-se ao que é apresentado como padrão consensual, sem sequer se preocupar com o crivo da discussão pública sobre o que acontece na sociedade. Aliás, a Espiral do Silêncio age no sentido de evitar o debate franco e direto.
  
Caio Liberal, Alan Silva, Jonatan Lavor , Gabriel Snak e Mariana Ventura - 3 Período - Jornalismo Noturno PUCPR

TEORIA DO ESPIRAL DO SILÊNCIO -


TEORIA DO ESPIRAL DO SILÊNCIO

Rodrigo Lima Liconti


Analisando a teoria do espiral do silêncio, percebi que a mídia influencia cada vez mais a sociedade e tal efeito é progressivo e contínuo, e tem tudo para crescer cada vez mais.
Ela não atinge apenas a opinião das pessoas, mais também o comportamento social, a maneira de agir e a forma que as pessoas recebem a informação.
Percebi também que essa teoria é um enorme efeito em cadeia, em que uma causa maior leva a várias pequenas consequências
Segundo Neolle, a opinião pública em um primeiro momento, se baseava em entender a opinião da maioria.
Elisabeth destacava também que a mídia era modificadora e formadora de opinião, e que a opinião da sociedade atual é na maioria das vezes separada por classes sociais, e também cada vez mais influenciada pela mídia.
Para Elisabeth Neolle-Neumann, a espiral do silêncio é quando uma pessoa deixa de dar a sua opinião por ela ser contrária a maioria.
E com essa atitude, as pessoas evitam dar sua opinião, por medo, ou algo do gênero, por ter opiniões adversas dos outros e acaba se calando e consequentemente ocorrendo um isolamento.



Posso falar ou a maioria não deixa?


Ao analisarmos a teoria do Espiral do Silêncio de Elisabeth Noelle-Neumann, percebemos que a mídia é uma grande influenciadora na sociedade. Segundo Elisabeth tal influencia é muito maior do que as pessoas imaginam. Ela vai além da formação de opinião e atinge também o comportamento social e pessoal dos receptores.

A partir disto, quando veículos de comunicação expõem ou impõem o seu posicionamento em relação a algum fato, grande parte do público assume o mesmo posicionamento, muitas vezes de forma impensada e acrítica.  A mídia se utiliza da mass mídia, ou seja, comunicação de massa, pois tem a possiblidade de atingir mais pessoas, e deste modo, influenciar maior número de opiniões convergentes, formando uma unanimidade opinativa.

Por outro lado, as pessoas que não compactuam com a opinião da massa evitam expor a sua opinião por medo do isolamento, visto que a maioria entende o posicionamento contrário como um pensamento errado. Isto causa um isolamento, que faz com que as pessoas de opinião contrária concordem com a maioria para não sofrer uma rejeição social.

Grupo: Daniela Gusso, Dayanne Wozhiak, Fernanda Maldonado, Luciana Pietro, Rafaela Moreira



A Teoria do Espiral do Silêncio

Quando analisamos a teoria do espiral do silêncio, o que podemos perceber é um enorme efeito em cadeia, em que uma causa maior leva a várias pequenas consequências, como num jogo de dominó. Além disso, tal efeito é progressivo e contínuo, sendo que tende sempre a se expandir.  

Isso ocorre partindo-se do princípio do poder que a mídia tem em influenciar as pessoas. Quando um veículo de comunicação impõe (ou expõe) uma posição a respeito de determinado assunto, é natural que boa parte das pessoas que o acompanham e/ou são influenciadas por ele, adotem tal postura diante do fato, às vezes de maneira impensada e instintiva. Isso faz com que a opinião e os interesses do veículo acabem se sobrepondo ao fato em si e tornando-se majoritárias dentro do contexto da sociedade.

Como consequência disso, àqueles que possuem uma opinião que difere do que a mídia (e a maioria que a acompanha) pensa, acabam por se sentir coagidos a não expressarem suas ideias, por medo de, talvez, um fator de isolamento decorrente disto. Dentro de um meio pouco receptivo àquilo que é diferente do que a maioria pensa, a tendência é a de que as vozes destoantes se calem. Isso gera uma homogeneidade nada saudável e que limita as possibilidades de debate e pensamento crítico.

Alunos do 3º Período Noturno: Amanda Paes, Jessica Mirely, Leanderson Moreira, Lucas Vaz e Marina Creplive.

O isolamento social e a opinião pública



Numa sociedade onde se busca tanto a adequação quanto a opinião a ser levada em consideração para com os demais, o cidadão precisa expressar aquilo que está pensando com convicção, identificando sua opinião para que esta possa ser compartilhada pelos demais; do contrário, é muito provável que ele permaneça em silêncio.

Para Elisabeth Nicole-Neumann, principal nome nos estudos sobre a Espiral do Silêncio, a opinião pública em um primeiro momento, se baseava em entender a opinião da maioria. Neumann embasou seus estudos principalmente no âmbito político, onde pode realizar pesquisas em épocas de eleição sobre como os eleitores podiam (e ainda podem) ser influenciados pela classe majoritária, enquanto que outros eleitores indecisos davam seu voto para os candidatos mais populares com o intuito de “fugir” do isolamento de opinião.

A autora também ressalta a influência do mass-midia sobre a audiência em se tratando da difusão das opiniões. Para ela, a tematização dos assuntos, ou seja, a valorização de temas julgados “importantes” pela mídia e que, por conseqüência, são difundidos com mais urgência, são os que mais influenciam o público, uma vez que a mídia não modifica atitudes, apenas reforça-as.

Em um segundo momento, a ensaísta afirma que a opinião pública é “a real conexão da controvérsia”, ou seja, é quando alguém é capaz de se expressar sem correr o isco do auto-isolamento.
O estudo da opinião pública pode ser dividido em seis métodos de análise importantes, como a distribuição da opinião da massa, a verificação do clima de opinião, a evolução de temas controvertidos, a tendência do público em permanecer calado, a classificação do tema como moral ou emocional e, por fim, o posicionamento dos meios de comunicação sobre o tema.

A teoria de Elisabeth se sustenta em 4 pressupostos:
- A ameaça da sociedade sobre os indivíduos que permanecem no isolamento;
- O medo dos indivíduos em permanecerem isolados;
- A avaliação do clima de opinião por parte das pessoas que estão isoladas devido ao medo;
- E os resultados desta avaliação que irá influenciar o comportamento do público sobre o ocultamento de opiniões.
Por fim, é destacada em toda a sua obra que a opinião pública precisa ser entendida como um PROCESSO e não como manifestações de acontecimentos.

Mais tarde, Mauro Wolf retoma os estudos de Neumann sobre a opinião pública destacando o conceito de IGNORÂNCIA PLURALÍSTICA, que é baseado no medo que as pessoas têm em manifestar seus apontamentos devido ao receio dos tabus impostos pela sociedade.



Grupo: Adelson Oliveira, Fábio Carvalho, Kamila Meira e Thauane Mayara.

Espiral do Silêncio – Medo do Isolamento

Elisabeth Noelle-Neumann aprofundou pesquisas em torno da opinião pública. De acordo com seus estudos, a espiral do silêncio é quando uma pessoa deixa de dar a sua opinião por ela ser contrária a maioria. A mídia tem uma influência diretamente ligada a essa opinião popular. Apesar de não ter o poder de mudar totalmente o pensamento da maioria, ela detém a capacidade de modificação de acordo com a exploração dos matérias exibidos constantemente.

O medo do isolamento contribui para que a minoria se cale e acabe se adaptando a opinião popular. Segundo o sociólogo italiano Mauro Wolf, ás vezes as pessoas mudam de opinião por imaginar o que as outras irão pensar cobre determinado assunto. “Quando ninguém concorda com uma norma, mas cada um pensa que os demais concordam com ela, o resultado final é como se todos concordassem com aquela norma”, explica Wolf. Neste caso, o clima de opinião, determina que primeiramente as pessoas se calem e depois de adaptem ao outro pensamento.



Grupo: Aliny Gohenski, Guilherme Becker, Karyna Prado, Luana Kaseker e Stephanie Morais.

Espiral do Silêncio

Exilada da Alemanha, Noelle Neumann se especializou em demoscopia, que é a pesquisa da opinião pública e torná-la conhecida. Noelle destacava que a mídia era modificadora e formadora de opinião.
A partir do momento em que o aparelho de televisão começou a entrar nas casas das famílias da época, foi notado o maior interesse por política, e as conversas entre as famílias ficaram um pouco de lado, pelo fato de todos se entreterem com a TV. E as mulheres perceberam primeiro que os homens a influencia da mídia na maneira de agir e na opinião das famílias.

Neumann comenta que para Rousseau “a opinião pública representa uma transação entre o consenso social e as convicções individuais”, ou seja, é um conjunto de o que é certo para a sociedade e as opiniões que cada pessoa tem sobre determinados assuntos.
As opiniões da sociedade atual são na maioria das vezes diferenciadas por classes sociais, e na maioria das vezes influenciadas pela mídia.

Equipe: Amanda Penteado, Anna Julia Lopes, Fabrício Calixto, Marcos Sudoviski e Vinícius Frank Vaz

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Torcidas Organizadas




As torcidas organizadas são um grupo de pessoas que compartilham o mesmo interesse por um determinado clube. Devido ao interesse esses torcedores decidem apoiar o clube de uma forma mais intensa, levando ao estádio bandeiras, baterias e ensaiando músicas.
As torcidas se reúnem em sedes para organizar eventos, como viagens para outros estados para acompanhar o clube ou ensaios e possuem seus próprios uniformes, respeitando as cores do clube mas carregando seu nome.
A primeira torcida organizada do Brasil foi a torcida do grêmio são paulino, torcida do São Paulo, atualmente todas os times tem torcidas, as vezes mais de uma para o mesmo clube.
Muitas vezes as torcidas organizadas são associadas nas mídias por violências em estádios ou como organizações do crime organizado. O fato dos integrantes serem pessoas totalmente aleatórias, alguns integrantes realmente são bandidos e usam o grupo para outros fins.
Contudo vale ressaltar que existem pessoas bem intencionadas e mal intencionadas também.

As torcidas consumem principalmente materiais do clube como ingressos, camisas, faixas, consumo nos estádios com alimentos e bebidas. Ao redor dos estádios em dias de jogos o consumo em bares e restaurantes também aumentam. Outros torcedores ainda podem consumir pay per view.          


Alunos: Álvaro Lunardon, Lucas Morking, Paulo Morschbacher e Wesley Fernando.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Movimento Punk

   


  O movimento punk surgiu na década de 70 tendo como objetivo a afirmação de um estilo. A primeira manifestação genuinamente punk surgiu nos Estados Unidos com a banda The Ramones, denominada de punk rock, fez uma junção da cultura rock and roll (músicas curtas, simples e dançantes) e do estilo rocker/greaser (jaquetas de couro estilo motociclista, camiseta branca, calça jeans, tênis e o culto à juventude, diversão e rebeldia). O sucesso dessa banda influenciou o surgimento de outras do mesmo estilo como The Clash e Sex Pistols. A moda, junto com o estilo musical, são características marcantes nos punks. Calças jeans rasgadas, calças pretas justas, lenços à mostra no bolso traseiro da calça, jaquetas de couro com rebites e mensagens inscritas nas costas, coturnos, piercings, correntes, corte de cabelo moicano (colorido ou espetado) ou spike (espetado dos lados, atrás e em cima), são alguns traços que diferenciam eles na sociedade. 

   O movimento ficou tão conhecido que abriu espaço para a indústria cultural parcialmente o transformar de movimento contracultura para um produto. O estilo de roupa ganhou versões sofisticadas movimentando o mercado da moda.

  Desde o seu início, os punks tiveram ideias apartidárias e a liberdade de acreditar ou não em Deus ou em qualquer outra religião. Porém, com o passar do tempo e as diversas formas como a cultura foi se espalhando pelo mundo, o movimento é particularizado em cada país. Por se assemelhar em diversos aspectos com o anarquismo (posterior à criação do movimento, antes ele era apolítico), punks e anarquistas passaram a colaborar entre si.

  Integrantes do grupo se reúnem, principalmente nas metrópoles ocidentais, por questões de afinidades, experiências coletivas e também sentimentos comuns. Esse movimento é do proletariado que impõe sua individualidade, assumindo uma postura um tanto violenta contra a sociedade. Isso foi o que Durkheim chamou de “natureza social dos sentimentos”.

Conclusão: O movimento punk é uma prova de que o capitalismo não consegue controlar a sociedade como um todo e influencia o surgimento de mais grupos culturais e sociais de cunho revolucionário e que se mantém firmes as suas convicções, não deixando que o poder encontrado na indústria, por exemplo, os destruam ou apaguem o seu sentido original. 



Escola de Comunicação e Artes
Jornalismo  2º período

Caroline Ribeiro
Danielle Spielmann
Manoela Campos

sexta-feira, 23 de maio de 2014

FANBASES


O que são?
Fandom é uma palavra de origem inglesa (Fan Kingdom), que se refere ao conjunto de fãs de um determinado artista.
Aplicação
fandom é mais comum entre fãs de artistas e é aplicado geralmente na internet, entre os usuários que se prontificam a passar horas online discutindo sobre o tema e debatendo ideias diferentes. Eles se ajudam e chegam a marcar encontros para se conhecerem pessoalmente.

Atividades
Entre as atividades mais frequentes entre um fandom estão os cosplays, as histórias de ficção publicadas online (fanfics) e também fanarts. Além também de realizarem convenções e encontros para conversarem e discutirem sobre o artista.
Encontros
Virtualmente: Geralmente os "fandoms" se encontram em páginas que são criadas em homenagem ao ídolo, com função de informar e entreter outros fans. Nesse tipo de páginas pessoas do mesmo "fandom" se encontram virtualmente e conversam, além dos "haters", que "vigiam" as páginas para comentarem algo que não agrada o fã-clube.

Pessoalmente: Em páginas virtuais são marcados encontros de fãs do mesmo "fandom" em determinado local, são locais públicos ou privados.

Consumo
Esses grupos geram muito lucro à muitas indústrias.
Os produtos mais adquiridos por eles são: cds, dvds, revistas e camisetas.
Além disso, adquirem tickets de show, meet and greets, cinema, etc.

Pedro Seixas, 18 anos – fã de “One Direction”
Tudo começou quando ele viu o clipe de “one thing”, single da banda britânica, e se apaixonou. Ele também conta que sofre um pouco de preconceito por isso mas não é homossexual e não se importa pelo que dizem. Além disso, ele já foi em shows e possui um fã clube. Seu integrante favorito é o Zayn.
Fora o FC no twitter, Pedro possui vários produtos, como CDs, DVDs, camisetas, etc.

Rodrigo Cociello, 17 anos – fã de “Harry Potter”
Para ele, a história acaba sendo um refugio, um novo lar. Conheceu o filme através dos primos, mas não acompanhou muito porque era bem pequeno e não teve disposição para ler 7 livros. Rodrigo possui vários produtos da marca “Harry Potter”, como DVDs, revistas, pôsteres, e sempre participou de eventos relacionados.

Carolina Paz, 18 anos – fã de “Harry Potter”
Começou a ser fã de Harry Potter porque gostou dos filmes e queria estar no lugar das personagens. Identificou-se e inspirou-se na coragem e força de vontade de Harry, personagem principal.
Carolina sonha um dia poder ir ao parque do Harry Potter, em Orlando.

Layane Santos, 19 anos – fã de “Divergente” e “A Culpa é das Estrelas”
A culpa é das estrelas – Tornou-se fã por se familiarizar com a história, pois perdeu um amigo para o câncer. Conviveu com pessoas com o mesmo problema apresentado na história. Para ela, é um livro perfeito e com uma história que conquista a todos, independentemente da idade.
Divergente – “É uma história que mostra suas habilidades e que na qual exige uma escolha. Para isso, você precisa saber bem e ter certeza do que quer, ou pode se arrepender depois”.
Layane já planeja ir na estreia do filme e já mandou fazer uma camiseta com uma estampa de “A Culpa é das Estrelas”.
Conclusão
Fãs fazem de tudo para conhecer e defender seus ídolos. Correm perigo, enfrentam seguranças, brigam com outros grupos, além, é claro, de gastarem muito.

Guilherme Zuntini
Karen Loayza
Ana Pacífico
Ana Souza





quarta-feira, 21 de maio de 2014

Análise - Grupo identitário: Góticos


O termo “gótico” aparece de diversas maneiras na indústria cultural ao longo das décadas. Caracterizado como movimento contracultura que teve seu ápice na década de oitenta. O gótico é também um manifesto artístico e comportamental da sociedade contemporânea. A tribo urbana dos góticos, assim como todos os demais sujeitos pós-modernos, procura seu espaço cultural, a afirmação de sua identidade perante um mundo globalizado.

A subcultura gótica sofre diversas influências por ter e apropriado de diversos ícones culturais ao longo das décadas, como o romantismo na leitura, surrealismo e horror.

Devemos diferenciar a tribo da cultura gótica, pois essa se mostra ativa, sendo retratada de forma positiva pelos meios de comunicação, enquanto a tribo sofre referências negativas pelo comportamento de uma minoria.

A tribo se preocupa mais em afirmar sua identidade, em sua grande maioria apenas reafirmam uma identidade cultural que deixou de ser alternativa, pois esses indivíduos são consumidores da Indústria Cultural. O que nos leva a crer que a identidade pós-moderna já referida por Stuart Hall, justifica o consumidor como passivo, perante os questionamentos propostos por Canclini.



Por: Loraine Mendes, Roberta Nassar,  Saila Caroline Rodrigues