sexta-feira, 30 de maio de 2014

A Teoria do Espiral do Silêncio

Quando analisamos a teoria do espiral do silêncio, o que podemos perceber é um enorme efeito em cadeia, em que uma causa maior leva a várias pequenas consequências, como num jogo de dominó. Além disso, tal efeito é progressivo e contínuo, sendo que tende sempre a se expandir.  

Isso ocorre partindo-se do princípio do poder que a mídia tem em influenciar as pessoas. Quando um veículo de comunicação impõe (ou expõe) uma posição a respeito de determinado assunto, é natural que boa parte das pessoas que o acompanham e/ou são influenciadas por ele, adotem tal postura diante do fato, às vezes de maneira impensada e instintiva. Isso faz com que a opinião e os interesses do veículo acabem se sobrepondo ao fato em si e tornando-se majoritárias dentro do contexto da sociedade.

Como consequência disso, àqueles que possuem uma opinião que difere do que a mídia (e a maioria que a acompanha) pensa, acabam por se sentir coagidos a não expressarem suas ideias, por medo de, talvez, um fator de isolamento decorrente disto. Dentro de um meio pouco receptivo àquilo que é diferente do que a maioria pensa, a tendência é a de que as vozes destoantes se calem. Isso gera uma homogeneidade nada saudável e que limita as possibilidades de debate e pensamento crítico.

Alunos do 3º Período Noturno: Amanda Paes, Jessica Mirely, Leanderson Moreira, Lucas Vaz e Marina Creplive.

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