quarta-feira, 3 de junho de 2015

estudo das teorias

observações gerais


e recomendações
(para os que ainda não o fizeram):


incluir ilustração (sempre dar crédito. buscar imagens de domínio público);
observar normas técnicas (normatização PUCPR)
acrescentar link da matéria utilizada para o estudo
revisar e revisar o texto - acentuação, concordância etc

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Agenda-Setting

O livro "Teorias da Comunicação", de Mauro Wolf, aborda as teorias e discussões que estruturam a dinâmica do jornalismo. Uma delas é a teoria da Agenda Setting, que discorre sobre a pauta da mídia, como se dá o processo de seleção dos assuntos que ficarão em evidência nos veículos.
Segundo o autor, a teoria alicerçada no empirismo "é, na realidade, mais complexa do que a sua formulação inicial deixava prever", mas ainda é responsável por trazer para discussão do público os assuntos que julga relevante, num processo de alimentação mútua onde a mídia dita o tema, mas a audiência cria demanda.
Um exemplo é a causa LGBT, marginalizada pela sociedade e pela mídia durante décadas, esta vem sendo pauta recorrente nos últimos anos. e ganhando cada vez mais destaque dentro dos veículos, num processo tão complexo quanto o que aponta Wolf. A militância cresceu, o empoderamento deu coragem a essas pessoas de se exporem e tomarem pra si um lugar pouco explorado na mídia. Assim, num ciclo em que a mídia empodera e o empoderamento dá mídia o assunto entrou na agenda.
http://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/01/estilo/1433180076_806471.html


Thais Cunha - 3º período - Noturno

Agenda Setting e a Tematização

No livro “Teorias da Comunicação”, Mauro Wolf aborda várias teorias a respeito do jornalismo. Uma delas, é a Teoria do Agendamento, elaborada por Maxwell McCombs e Donald Shaw em 1970, a qual Wolf apresenta diversos desdobramentos, como a tematização.
A tematização, segundo Wolf (2009, p. 71), “é um procedimento informativo que se insere na hipótese do agenda-setting, dela representando uma modalidade particular: tematizar um problema significa, de fato, colocá-lo na ordem do dia da atenção do público, dar-lhe o relevo adequado, salientar a sua centralidade e o seu significado em relação ao fluxo da informação não-tematizada”.
A tematização, portanto, não é só o fato de reunir uma série de acontecimentos por um período de tempo estável, mas também o fato de fazer convergir essa mesma série de acontecimentos na denúncia de um problema que tenha um significado público e requeira uma solução ou uma decisão.  (ROSITI, 1982 apud WOLF, 2009)
Desta forma, nota-se que a greve dos professores estaduais paranaenses é uma temática e não somente uma categoria de acontecimentos. Dado que é uma problemática que causa efeitos em grande parcela da população paranaense, principalmente na estudantil. Devido ao grande interesse público, portanto, a mídia tem abordado com frequência o tema, sobretudo a local, devido a proximidade.
Wolf adiciona que pode supor-se para a imprensa um papel de produção de informação tematizada, que amplia a notícia, contextualizando-a e aprofundando-a. O que tem sido demonstrado pela Gazeta do Povo, por exemplo, quanto a greve dos professores, pois acompanha de forma mais profunda através de reportagens, vários acontecimentos ligados a paralisação, como as reivindicações dos professores e as medias medidas que têm sido tomadas pelo governo paranaense.
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/embate-entre-a-policia-militar-e-os-servidores-termina-com-213-feridos-74r8he7lqqkc14k4v1i84m118
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/sem-propostas-greve-esta-longe-do-fim-cogqbzjksck86fyz3lj540qra
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/em-nova-proposta-governo-promete-dar-reajuste-da-inflacao-por-3-anos-sindicatos-vao-fazer-assembleias-para-avaliar-7sqbpzvgf230aiinm7kku8316

Felipa Pinheiro - Jornalismo Noturno

Agenda-setting

No livro Teorias da Comunicação, de Mauro Wolf, o agenda-setting se caracteriza pela eficácia em construir a imagem do mundo que o sujeito estrutura, influindo no seu processo de tomada de decisões e tendo efeitos de grande dimensão na sociedade. A seguinte citação exemplifica como o enfoque nas coberturas jornalísticas de televisão afeta o público nas considerações de uma disputa eleitoral:

 "A capacidade de redacção da agenda das eleições é a capacidade para estabelecer o contexto em que os candidatos são avaliados. Insistindo, dia após dia, no tema do desemprego, enquanto omitem o da integração racial, os mass media colocam o desemprego no vértice da agenda da campanha e relegam para último lugar a integração racial. O efeito pode ser decisivo: uma eleição disputada com base no tema do desemprego será muito diferente de uma disputada com base no tema da integração; em alguns casos, o resultado final pode até ser diferente. Os noticiários televisivos desempenham um papel neste processo de agenda-setting." (Patterson - McClure, 1976, 75)

Analisando o portal do G1 Paraná em 01/06/2015, é perceptível a ausência de notícias sobre a situação da educação no estado, que passa por uma greve histórica. A notícia a seguir fala sobre a abertura de inscrições para professores temporários, desviando a atenção da greve em curso para um possível retorno às aulas.

http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2015/06/governo-abre-inscricoes-no-pr-para-contratar-professores-temporarios.html 

Luciano Schmidt, 3º N

Wolf e a Agenda Setting

Mauro Wolf mostra em seu livro “Teorias da Comunicação” diversas teorias que embasam a construção do jornalismo e a forma que situações externas podem modificar o que chega ao público e como este interpreta as notícias, como por exemplo a Agenda Setting, teoria que explica porquê alguns assuntos recebem mais atenção que outros e são pautados pela mídia.

Segundo a Agenda Setting, a mídia ao dar maior importância para determinados assuntos, pode pautar o que é discutido pelo público e o que ele falará, chamado de agenda pública. Essa ação acaba por influenciar seu público e suas opiniões sobre os assuntos de acordo com o interesse da mídia, que seleciona o que o público verá e segura sua audiência, baseando-se também em critérios de noticiabilidade.


Um exemplo foi a execução de um traficante paranaense na Indonésia, retratado com maior destaque pela Gazeta do Povo. Outras notícias sobre morte de traficantes não ganharam tanto espaço no jornal, mas quando o fato inédito (execução de um brasileiro em outro pais) aconteceu com alguém do estado, o jornal prontamente realizou uma matéria sobre o ocorrido, alem de “humanizar” a matéria, trazendo detalhes sobre como o rapaz era, coisa que não acontece com outros traficantes mortos. A abordagem dessa maneira pauta a opinião dos leitores, como diz a Agenda Setting, que passam a enxergar o traficante de forma mais humana, diferentes de outros, além da proximidade pelo fato dele ser paranaense, o que é um critério de noticiabilidade.

Matéria: http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/corpo-de-paranaense-executado-na-indonesia-e-enterrado-em-curitiba-2oqymv8rpfdt11kz5txz6ebb0

Louise Fiala Schmitt - 3º período noturno

Wolf e a teoria do Newsmaking

Em seu livro “Teorias do Jornalismo”, Mauro Wolf trata sobre diversos aspectos da comunicação de massa, tentando exemplificar esse conceito dentro da nossa sociedade. No decorrer da obra, o autor enfatiza suas pesquisas e estudos a cerca da teoria do agendamento, newsmaking, entre outros.  Os critérios de noticiabilidade são citados e explicados pelo autor, uma vez que ele fala sobre a teoria do newsmaking, "todavia, a noticiabilidade de um facto é, em geral, avaliada quanto ao grau de integração que ele apresenta em relação ao curso, normal e rotineiro, das fases de produção". Na notícia publicada pelo site da Globo, "77% das cidades do país registram ao menos um caso de dengue em 2015", é possível perceber a relevância que o tema tem perante a sociedade, uma vez que a doença atinge grande parte do país. Segundo Wolf, o fato da notícia abranger grande parcela da população, de ser um número curioso e de ser uma questão de saúde pública, fizeram com que a notícia fosse publicada. 

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/06/77-das-cidades-do-pais-registram-ao-menos-um-caso-de-dengue-em-2015.html

Luiza Romani - 3º período manhã

Mauro Wolf - Teorias da Comunicação

Em Teorias da Comunicação, livro de Mauro Wolf, é trabalhado diversas teorias do jornalismo, jornalista e a forma em que o mesmo situa o seu telespectador da maneira que mais lhe convém, chamada de agenda setting, muito estudada durante o primeiro bimestre da disciplina de Teorias da Comunicação.

Diversos modos de induzir o público são impostos pela mídia, as vezes, sem necessidade, ou quem sabe, sem perceber o que está acontecendo, o que, direta, ou indiretamente, pode prejudicar o veículo, caso uma pessoa de maior conhecimento sobre determinado tema esteja assistindo. "A memorização concentra-se mais na informação já adquirida do que na nova. A familiaridade com o assunto aumenta a facilidade de o memorizar; Entre a nova informação, a que, cronologicamente, é mais recente [...] parece ser mais privilegiada do que a que amplia os conhecimentos. (Wolf, 2009, 167).


O caso que eu gostaria de exemplificar por aqui, é o da É-Paraná, televisão esta, que pertence ao governo do Estado do Paraná, que vem passando por diversas acusações de professores, e que participou de uma barbárie no Centro Cívico de Curitiba. Em ume entrevista com o governador Beto Richa, o repórter, ao fim da entrevista, parabeniza o governador por, responder as questões do “modo como combinado” pela assessoria de imprensa, que induziu as perguntas e as respostas.

https://www.youtube.com/watch?v=qfZq17y8GJE

Paulo Pelanda - 3o período - manhã

Agenda-Setting: Pautando discussões

 Em “Teorias da Comunicação”, Mauro Wolf versa sobre diversas teorias que ajudam a entender como se dá a construção do jornalismo e de que forma fatores externos interferem diretamente no modo como as notícias são selecionadas e dispostas ao grande público. A hipótese da agenda-setting, por exemplo, tenta explicar como e por que determinados temas são pautados pela mídia e ganham mais atenção que outros assuntos.

Segundo ele, é pelo agendamento que se escolhe o que a sociedade discutirá em um determinado período de tempo. Além disso, tudo que é apresentado pelos veículos de comunicação contribui para a formação da opinião pública e por isso o jornalista tem uma grande responsabilidade de selecionar os fatos que terão destaque através de critérios chamados valores-notícia, levando em conta também o interesse público.
Este poder de influência é evidenciado quando Wolf cita Shaw “o público tende a atribuir àquilo que esse conteúdo inclui uma importância que reflete de perto a ênfase atribuída pelos mass media aos acontecimentos, aos problemas, às pessoas” (Shaw, 1979,96).

Ao analisar as notícias publicadas pelo portal G1 sobre a reforma política, é possível afirmar que é de interesse público que o tema seja pautado nas rodas de conversa e na sociedade como um todo. Contudo, a mesma importância não está sendo dada as votações no Senado que retiram direitos dos trabalhadores. Ao que parece, trata-se de uma manobra da mídia para tirar a atenção de um tema tão relevante quanto à reforma política, senão mais. Sob esta perspectiva, concluo que o poder dos veículos de comunicação deve ser exercido com responsabilidade, para que o interesse público não fique à mercê dos interesses de determinados públicos.
Kássio Pereira – acadêmico de jornalismo do 3º Período (Noturno)

http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/05/senado-aprova-mp-que-restringe-o-acesso-ao-seguro-desemprego.html

http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/05/camara-aprova-tres-novas-regras-na-primeira-semana-da-reforma-politica.html


Teorias da Comunicação - Agenda Setting

Em seu livro Teorias da Comunicação (Lisboa, 2009), o sociólogo Mauro Wolf discorre a respeito do agenda setting. Ele trata a respeito da influência cognitiva desse agendamento. O autor traz a ideia de que há uma reflexão teórica a respeito do temas levantados. O destinatário combina a informação nova com a acumulada na memória, em um processo de compreensão mútuo. “É provável que aí existam estratégias de utilização dos conhecimentos, isto é, que, em vez de uma ‘activação’ mais ou menos cega de todo o conhecimento possível seja estratégica, dependendo dos objectivos do indivíduo, da quantidade de conhecimentos disponível acerca do texto e do contexto, do nível de tratamento ou do grau de coerência necessária para a compreensão, que são exactamente critérios para a utilização estratégica do conhecimento (van Dijk - Kintsch, 1983, 13) (2009, pág. 73)”. Há uma melhor memorização, portanto.

Para exemplificar tal teoria, pode-se citar as reportagens do portal G1. No Paraná, a maioria dos casos de manifestações de professores foram noticiados. Atualmente, pode-se encontrar manchetes como “Protesto de professores cancela evento com secretário estadual no PR”. Já no início dos atos podia-se ler matérias com títulos como “Professores e polícia entram em confronto durante votação na Alep”. A percepção do sujeito a respeito do estado de opinião de tal tema tem um realce diferenciado em diferentes circunstâncias, desse modo.

Vê-se então o aumento da tematização e sua presença nos mass media. Isso porque o interesse público pode pautar os veículos, sendo esse um tema de amplo impacto.



Rodrigo Sigmura - 3º período - noturno

Teorias da Comunicação, Mauro Wolf

No livro 'Teorias da Comunicação', o autor Mauro Wolf aborda diversas teorias, explicando-as e exemplificando com pequisas, e citações de outros autores dos quais ele se baseou.Uma dessas tais teorias, seria a teoria do Agenda Setting, formulada por Maxwell McCombs e Donald Shaw na década de 1970. De acordo com a teoria do Agenda Setting, a mídia ao destacar determinados assuntos e ignorar outros, pode pautar  a agenda pública, ou seja  pode determinar o que o público falará e discutirá. O processo também pode se inverter, isto é, a agenda pública também pode influenciar na agenda da mídia.Segundo o autor, de acordo com McLeod, Becker e Byrnes, existem três tipos de agenda do público, seriam elas : a. Agenda intrapessoal (ou realce individual), b. Agenda interpessoal (realce comunitário) e c. A percepção que um sujeito tem do estado da opinião pública. Sobre a mais recorrente Wolf diz :“Na maior parte dos casos, as pesquisas focalizam sobretudo o primeiro tipo de agenda - a intrapessoal – por ser o mais próximo da existência de um efeito causal direto entre os conhecimentos difundidos pelo mass media e o realce do atribuído pelo indivíduo às várias issues. É também o tipo de agenda mais facilmente observável com as metodologias normalmente utilizadas (questionários, entrevistas)” (WOLF, p.168)
Na agenda intrapessoal, a importância é algo pessoal, o próprio indivíduo considera o que é importante de acordo com suas prioridades. Um exemplo seria a matéria publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, sobre uma entrevista da atriz Laverne Cox, que tem relatos de sua vida pessoal. Aparentemente um tema sem importância, mas que para algumas pessoas que se identifiquem ou se interessem por algum motivo pela história da atriz trangênera pode ser um fato importante, levando-se em conta apenas os seus próprios critérios de interesse. Além do interesse pelo tema, no caso ali o universo transgênero, o personagem da matéria também pode aguçar a curiosidade, segundo Wolf, “o tema adquire peso, se puder personificar-se em indivíduos que dele se constituam <>” .No caso, a atriz Laverne Cox, famosa por sua personagem Sophia da série “Orange is the new black” da Netflix, que sustenta milhares de fãs pelo mundo.



Teorias da comunicação

                No livro “Teorias da Comunicação”, de Mauro Wolf, muito é falado sobre a hipótese do agenda-setting. Essa hipótese do agendamento interfere muito na vida de todas as pessoas que acompanham notícias seja em sites, televisão ou, até mesmo, no rádio, por isso é tão importante entendermos o agenda-setting e suas consequências. A hipótese do agenda-setting desenvolve-se a partir de um interesse geral pelo modo como as pessoas organizam e estruturam a realidade circundante. A metáfora do agenda-setting é uma macrodescrição deste processo (WOLF, 2009, pg. 166).
                O agenda-setting é uma forma que a mídia encontrou para influenciar o público, pautando conversas e opiniões da população. Wolf fala, em seu livro, sobre a tematização dos assuntos, o que os coloca em destaque, porém, nem todas as notícias podem sofrer essa tematização, apenas assuntos que realmente são interessantes para o público, sejam por curiosidade ou proximidade.
                No Paraná, todos os jornais estão falando muito sobre os professores estaduais, agora tudo relacionado a eles pode se tornar notícia. Claro, devido à proximidade. Hoje, dia 01 de junho, se observarmos o site jornalístico Paraná-Online, podemos perceber que as três manchetes com maior destaque são relacionadas à situação dos professores como, por exemplo, “Professores protestam em frente à casa do deputado Alexandre Curi” e “Reajuste de professores só será votado se houver acordo, diz deputado”.

                As matérias em destaque, muito provavelmente, irão pautar as conversas dos leitores do jornal citado, fazendo com que a teoria do agenda-setting atinja seu objetivo: influenciar o público.


                                                 











                                                         Joana Sabbag

Manifestações dos professores

           Entre os capítulos 2.3.3 à 3.4 do livro “Teorias da Comunicação” de Mauro Wolf, o autor aborda questões como a Agenda Setting e os fatores que devem ser analisados para entender como as notícias influenciam a opinião do público em diferentes plataformas, dizendo que o meio impresso é mais eficaz do que a televisão, e sua relação com os temas e proximidade com o leitor. Além disso, as técnicas de newsmaking para determinar o que será produzido e os valores notícias utilizados como critério para dar ou não espaço para assuntos em específico nos veículos também são discutidos.

         É o caso das matérias sobre a greve dos professores da rede estadual que vem sendo produzidas nos últimos meses, em especial a que foi publicada no site do jornal Gazeta do Povo no dia 01/06/2015. Com o título “Manifestantes vão à Assembleia para protestar contra proposta de reajuste”, a matéria dá continuidade ao relato das manifestações que continuam ocorrendo. É um tema que desperta a atenção do público devido à proximidade que de acordo com Wolf favorece a memorização, por se tratar de política e estar inserido na agenda interpessoal (realce comunitário), que pela definição do mesmo autor seriam “os temas sobre os quais o indivíduo fala ou discute com outros” (2009, pg. 73). Recebe espaço no jornal com a função de “concentrar a atenção do público e mobilizá-la para a tomada de decisões”, (Wolf, 2009, pg. 71). 

Link da matéria: http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/manifestantes-vao-a-assembleia-para-protestar-contra-proposta-de-reajuste-16x64cwf1t4xe4xja7sv5tefu

Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo

Daniela Borsuk - 3º período noturno. 

Wolf e agenda setting

No livro Teorias da Comunicação, de Mauro Wolf, são trabalhadas algumas teorias que tem relação com o jornalismo e com a forma como se dá a notícia. Uma das teorias mais famosas apresentadas no livro é o agenda setting. A teoria se caracteriza pelo agendamento, isto é, pelo que vai ser dado como notícia ou não.
O meio em que a notícia é dada interfere na recepção do público e na forma como o fato torna-se alvo de discussões na sociedade. Mas existem também casos que a imprensa não consegue definir pensamentos e moldar as opiniões dos leitores, fazendo com que o agendamento não tenha o seu resultado sempre como o esperado. No texto, Wolf enfatiza esse aspecto. “Outro aspecto dessa complexidade relaciona-se com a avaliação do efeito de agenda em públicos qualitativa e institucionalmente diferenciados.” (Wolf, 2009)
Um exemplo disso é a entrevista dada pelo governador Beto Richa à TV E-Paraná, estatal, um dia antes de 29 de abril. Com a entrevista, o governador esperava acalmar a opinião pública, que já estava muito atiçada com os ajustes fiscais e as mudanças em alguns órgãos do governo. Mas o efeito foi o contrário. O vazamento da conversa entre o entrevistador e Beto Richa após o fim da entrevista fez com que ficasse claro que tudo era um teatro planejado pela TV do governo e o governador.
Nesse caso, percebe-se que a TV E-Paraná agendou a notícia dos ajustes do governo de acordo com o pensamento do governador, mas a estratégia não deu certo por conta do vazamento do período pós-entrevista.


http://www.revistaforum.com.br/blog/2015/04/entrevista-montada-de-beto-richa-cai-na-internet-e-complica-governador/

Pedro Henrique Colatusso - 3° período

Wolf e a Teoria da Agenda Setting

A hipótese da agenda setting se da a partir do modo como a comunicação de massa possui capacidade em determinar na maioria das vezes o que será discutido/falado pelo público, através da  forma como se disponibiliza, produz e seleciona as pautas.
 Mauro Wolf em ''Teorias da comunicação'' cita que os jornais impressos "são os principais promotores da agenda do público. Definem amplamente o âmbito do interesse público." Para wolf também não é apenas sobre o que falar, mas como falar. O agenda vai se utilizar de todas as ferramentas existentes para direcionar as ações. O autor se utiliza de pesquisas e análises feitas para mostrar o efeito do agendamento e enfatizar o fato disto não ser algo tão simples assim, sendo necessário uma observação mais detalhada a respeito do que é repassado, pois de acordo com ele varia de veículo para veículo.
Um assunto o qual tenho notado de bastante agendamento e que gera discussão do público é a imigração de Haitianos no Brasil. Desde o terremoto até o grande número de imigrantes no país que provoca impactos, a grande mídia tem promovido a discussão deste acontecimento no modo como disponibiliza, trata e apresenta o acontecimento.
O portal G1 tem em sua página várias matérias relacionadas falando desde dos militares que estão no país mesmo antes do terremoto, até reportagens especiais sobre personagens que veem no Brasil há esperança de vida nova e noticias, principalmente sobre o impacto no mercado de trabalho, infra estrutura para acolher os imigrantes.
Sendo assim o modo como o meio de comunicação disponibiliza e o enfoque das matérias gera a discussão a respeito do assunto, muitas vezes direcionando para o opinião do veículo (se a imigração é boa ou não, por exemplo) persuadindo o leitor  e trazendo as pautas para discussão.

EX: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/05/ministro-diz-que-militares-brasileiros-deixarao-haiti-em-2016.html

http://g1.globo.com/am/amazonas/manaus-de-todas-as-cores/2014/noticia/2014/10/haitianos-sonham-com-futuro-melhor-para-filhos-nascidos-em-manaus.html

http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2013/04/hatianos-recebem-carteiras-de-trabalho-em-mutirao-no-amazonas.html


Jehnifer Kammer Nogueira - 3° período/manhã

Wolf e a Agenda Setting

Abordado no livro Teorias da Comunicação de Mauro Wolf, a hipótese do agendamento ou como é chamada, agenda setting, tenta explicar de que forma ocorre a distribuição e separação do conteúdo veiculado pela mídia, de forma que seja previsível pelo veículo a receita que será gerada no receptor. Todavia, conforme explica Wolf não basta analisar apenas se ocorre à aquisição das informações apresentadas, “é necessário analisar os tipos de informações difundidas e <> de uma agenda para outra.” Ou seja, vai além da reprodução da notícia pelo receptor, mas também o que o receptor transmite, se é somente o fato ou se é levado também suas causas, propostas e soluções. 
É possível observar no jornalismo televisivo uma recepção direta com o tema, a agenda que liga o telejornal ao receptor é muito rápida e de curta duração, de forma que no próximo assunto de impacto, o receptor já esteja preparado a receber outra notícia e compartilhá-la. É o que acontece na maioria das edições do “Profissão Repórter” colocando sempre temas polêmicos ou de grande impacto no meio social. 
O programa que foi ao ar em 14 de abril de 2015 tinha como pauta a maioridade penal, assunto que já corria na agenda pública há certo tempo, o tema abordado tinha dois lados opostos, o a favor e o contra a maioridade, o programa ao levantar o debate sobre o assunto trás novamente à esfera pública a questão e faz o tema circular de uma agenda a outra, distribuindo de outra maneira e em diversos públicos um tópico já comentado. Para o público da televisão o efeito do agendamento ocorre geralmente no primeiro nível de informação, que tem a ver com o tema, passando em poucas exceções pelo segundo e terceiro nível que diz respeito ao aprofundamento e soluções do tema. “O carácter fundamental da agenda parece, frequentemente, ser estruturado pelos jornais, ao passo que a televisão reordena ou ressistematiza os temas principais da agenda” (McCombs, 1976).

Sérgio Junior - Terceiro período noturno


Mauro Wolf e o Agenda Setting

 Baseado na Teoria do Agenda Setting, que foi relatada pela primeira vez pelos norte americanos Maxweel McCombs e Donald Shaw, o autor do livro “Teorias da Comunicação” Mauro Wolf aborda como os meios de comunicação provem de técnicas como o “Newsmaking” e o Agenda Setting para persuadir o público e influenciar na opinião e na visão da sociedade em relação a determinado tema.
 Segundo Wolf, a mídia faz pautas pré-estabelecidas baseadas em critérios de noticiabilidade e de interesses públicos, além de destacar determinados temas e ofuscar ou ignorar outros tantos, “fisgando” os leitores, espectadores e ouvintes a manterem a audiência.  
 Em relação aos meios de comunicação, Wolf afirma  que as notícias podem ser recebidas de duas formas. "A memorização concentra-se mais na informação já adquirida do que na nova. A familiaridade com o assunto aumenta a facilidade de o memorizar; Entre a nova informação, a que, cronologicamente, é mais recente [...] parece ser mais privilegiada do que a que amplia os conhecimentos. (Wolf, 2009, 167).
 A exemplo do que é discutido e proposto pelo autor Mauro Wolf, a notícia do jornal O Globo trás o tema sobre uma proposta de consulta popular relacionada a redução da maioridade penal apresentada pelo presidente da Câmara Eduardo Cunha. O tema, que é de interesse popular, atrai o leitor e gera discussões, além de contar com a participação da sociedade para uma possível solução. 

Cunha propõe consulta popular sobre redução da maioridade penal (Foto:Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil)

http://oglobo.globo.com/brasil/cunha-propoe-consulta-popular-sobre-reducao-da-maioridade-penal-16316557

Álex Biega - Terceiro período noite 

Wolf e a Agenda Setting.

Em seu livro “Teorias da Comunicação”, Mauro Wolf faz um estudo envolvendo diversas teorias e hipóteses sobre a comunicação e, dentre elas, está a hipótese da agenda setting. Sobre a qual afirma que seja a maneira que a mídia e os veículos de comunicação tentam mudar a maneira de pensar do público, mesmo, nem sempre, impondo uma opinião explicita.
Colocando em pratica a teoria, podemos ver que muitos jornais pedem ajuda aos ouvintes, leitores ou telespectadores para que possam escolher os assuntos mais interessantes ou que gerariam mais interesse. É feita a seleção de notícias. Outro exemplo é quando os jornais ficam teclando incansavelmente no mesmo assunto, como a Operação lava Jato.
Nesse caso, a matéria publicada no Estado de S. Paulo, possui um link que leva o leitor a “relembrar” as matérias antigas e/ou entender o assunto por inteiro. Assim acontecem duas coisas: primeira, mantendo o assunto recente, mais pessoas podem se interessar; segunda, com vários links para matérias anteriores, o jornal possui mais visualizações.


Matéria analisada:
http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,cgu-prorroga-processo-contra-empreiteiras-da-lava-jato,1698131

Maria Victoria Lima.

Wolf - Agenda Setting

Está nítido que estudo dos meios de comunicação tem extrema importância para a sociedade, porque todos nós sabemos que a comunicação têm seu trabalho destinado a formação da opinião pública. É visível a influência dos meios de comunicação no cotidiano das pessoas, visto que temos uma infinidade de informações que são transmitidas por estes canais. As pautas são sugeridas pelos jornais, televisão, rádio e internet, propiciando aos receptores a hierarquização dos assuntos que devem ser falados.
Entre os estudos dos meios de comunicação, nos anos 70, surge a agenda setting, ou teoria do agendamento, resumidamente, esta teoria pressupõe que o jornalista é um dos principais formadores de opinião pública e que seu trabalho é informar a população;
No livro Teorias da Comunicação, Wolf diz que a hipótese de agendamento remete a mídia a maneira com que a mídia e os veículos de comunicação tentam mudar amaneira do público pensar.
A matéria analisada é do Portal Paraná Online escrita por Samuel Bittencourt, onde ele faz uma crítica a greve dos professores, se posicionando a favor dos alunos que são os mais prejudicados com a falta de aula. Há o agendamento, pois o jornalista tenta fazer com que os leitores fiquem do lado dos alunos e indiretamente, do governo que tenta sair como maior prejudicado.

http://cacadores.parana-online.com.br/curitiba/tempo-perdido/ 

Saila Caroline Rodrigues

Wolf e os critérios de noticiabilidade

O livro “Teorias do Jornalismo” de Mauro Wolf, aborda diversos aspectos da comunicação em massa e busca os explicar sobre as óticas práticas e acadêmicas. Ao longo de sua obra Wolf da ênfase em pesquisas e estudos sobre a teoria do agendamento, newsmaking, mídia de massa e outros. Ao tratar sobre o newsmaking, o autor fala sobre os critérios de noticiabilidade, onde diz que “A noticiabilidade é constituída pelo conjunto de requisitos que se exigem dos acontecimentos - do ponto de vista da estrutura do trabalho nos órgãos de informação e do ponto de vista do profissionalismo dos jornalistas - para adquirirem a existência pública de notícias. Tudo o que não corresponde a esses requisitos é «excluído», por não ser adequado às rotinas produtivas e aos cânones da cultura profissional.”
Ao analisarmos a matéria “Paris começa a remover os cadeados da ponte dos casais apaixonados” publicado no jornal Gazeta do Povo, podemos analisar que, segundo Wolf, existe alguma razão para esse assunto estar publicado no jornal. A “fama” da ponte parisiense entre turistas brasileiros, o fato de ser na capital da França e o fator curiosidade, podem ser algumas das razões porque tal fato foi noticiado. Se fosse alguma outra ponte, em algum outro lugar, talvez essa notícia nunca fosse publicada.


Rafael Bronze

Agenda Setting na televisão nacional


Mauro Wolf cita o autor Shaw para definir o que é agenda setting: Esta hipótese defende que em consequência da ação dos jornais, da televisão e dos outros meios de informação, o público sabe ou ignora, presta atenção ou descura, realça ou negligencia elementos específicos dos cenários públicos. As pessoas têm tendência para incluir ou excluir dos seus próprios conhecimentos aquilo que os mass media incluem ou excluem do seu próprio conteúdo. Além disso, o público tende a atribuir àquilo que esse conteúdo inclui uma importância que reflete de perto a ênfase atribuída pelos mass media aos acontecimentos, aos problemas, à pessoa.

Em 2013 uma notícia chocou o Brasil. Um adolescente de 17 anos matou Victor Hugo Deepman (19 anos) com um tiro em frente à casa do estudante. A repercussão que a mídia deu para o caso foi muito grande e desencadeou a discussão sobre a redução da maioridade penal. E diversas redes televisivas se mostraram a favor da redução, como a jornalista Raquel Sheherazade do Sbt e o jornal O globo no seu editorial.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/04/estudante-e-morto-com-tiro-na-cabeca-durante-assalto-em-sp.html

Vitor Hugo

Wolf e a Teoria do Agenda Setting

Mauro Wolf, em seu livro “Teorias da Comunicação”, faz um estudo abrangendo diversas teorias e hipóteses dentro da comunicação e, entre elas, está a hipótese do agendamento, também conhecida por teoria do agenda setting.

Wolf diz que essa hipótese do agendamento se refere a como a mídia e seus veículos de comunicação persuadem o público, influenciando na forma dele pensar. Apesar do agenda setting nem sempre impor uma opinião, ele pode determinar qual será o assunto mais presente dentro da população.

Dentre todos os meios de comunicação citados, Wolf também fala sobre a influência da televisão sobre a população: “A televisão tem um certo impacte, a curto prazo, na composição da agenda do público. O melhor modo de descrever e distinguir essa influência será, talvez, chamar «agenda-setting» à função dos jornais e «enfatização» (ou spot-lighting) à da televisão. O carácter fundamental da agenda parece, frequentemente, ser estruturado pelos jornais, ao passo que a televisão reordena ou ressistematiza os temas principais da agenda (WOLF, 160)

Um exemplo disso foi a cobertura do acontecimento no Centro Cívico de Curitiba no dia 29 de abril, em que policiais “massacraram” os professores que lutavam por seus direitos. Nessa época, o assunto foi exageradamente discutido durante dias em diversas emissoras, causando uma grande repetição e repercussão do tema. Isso fez com que a população falasse apenas desse assunto durante dias e, até mesmo, semanas. Ou seja, a mídia, mais uma vez, determinou a agenda pública.

Um link que mostra exatamente isso é o https://www.youtube.com/watch?v=nuI-38RDCLI, em que são dedicados pouco mais de 14 minutos (o jornal na íntegra) para falar apenas sobre isso, tirando os outros dias em que as emissoras discutiram o tema.


Victória xavier
Foto da revista Exame

Foto do Paraná Online

Foto do Paraná Online

Mauro Wolf e a ideia do agendamento

Mauro Wolf, em seu livro Teorias da Comunicação, analisa as principais teorias que explicam como os diálogos são feitos. Entre as diversas pesquisas, destaca-se a hipótese do agenda-setting, teoria de que a mídia determina o que será pautado.

Para Wolf, esse estudo é desenvolvido a partir do interesse em entender como as pessoas organizam e estruturam a comunicação e o cotidiano. O autor da obra entende que a ideia e avaliação das agendas, pensando na frequência em que os mais variados temas (drogas, religião, esporte, cotidiano) são mencionados, são fontes muito importantes para entender como as pessoas que recebem informação tratam como prioridade.

Quanto aos noticiários, o teórico diz que pode-se refletir o recebimento de informações de duas maneiras: "A memorização concentra-se mais na informação já adquirida do que na nova. A familiaridade com o assunto aumenta a facilidade de o memorizar; Entre a nova informação, a que, cronologicamente, é mais recente [...] parece ser mais privilegiada do que a que amplia os conhecimentos. (Wolf, 2009, 167).


A matéria publicada em 31/05/2015, no jornal Gazeta do Povo, trata da atual crise econômica e política no Brasil. Citando algumas promessas de campanha da presidente Dilma, a reportagem trata de um assunto que interessa a todos. Ao relacionar diferentes áreas do cotidiano, como educação e moradia, ouvir especialistas e mostrar como está a situação dos programas, a matéria incentiva um debate sobre a gestão do Governo, pois afeta a população de um modo geral. 

Por Leonardo Henrique, 3º período manhã