terça-feira, 27 de setembro de 2016

E se eu tomasse como base todas as manifestações?

Crítica ao texto “O poder da internet”                     

Será que realmente os jornalistas cumprem a função de maneira correta em relação à cobertura de uma manifestação? Se pararmos para pensar, manifestações acontecem por diversos motivos, sendo que algumas ganham mais importância que as demais, eu acredito que isso incorreto por parte da imprensa. Partindo do pressuposto que o poder do povo é muito forte, a mídia tem que tomar como base a importância de toda ou qualquer manifestação que acontece no Brasil. Sendo assim, é função dos veículos de comunicação apontar os dois lados, tanto o positivo como o negativo dos acontecimentos de uma manifestação social. 

Por: Luís Gustavo Ribeiro - 3° Período

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O poder da internet

A internet, além de ter poder de filtragem e de disseminação de informações com potencial jornalístico, pode agrupar pessoas com mesmas ideologias. As manifestações ocorridas no Brasil são um exemplo, organizadas e divulgadas nas redes sociais, saíram do virtual para o real graças a esses poderes. 

Segundo o conceito jornalístico gatewatching, as redes sociais não produzem notícias, mas sim elementos noticiosos, e é o papel dos jornalistas observar esses elementos. De acordo com a pesquisadora Raquel Recuero, é preciso aprofundar os estudos de como as práticas sociais de difusão de informação nas redes sociais podem impactar as práticas jornalísticas e em que medida essas colaborações podem acontecer. 

Um dos grandes desafios dos jornalistas em cobrir manifestações consiste em questões operacionais em relação à verificação das informações. Além de tudo, quando a notícia é transmitida na televisão, ela pode acabar sofrendo cortes, e com isso, distorcendo alguns acontecimentos.



Por: Natalie Bollis e Fernanda Arantes - 3° Período

sábado, 24 de setembro de 2016

Crítica ao texto "Homenagem ou sensacionalismo?"

Sobre o texto homenagem ou sensacionalismo, acredito que é papel da mídia cobrir fatos espetaculares que acontece dentro das mesmas, como foi o caso da morte do autor Domingos Montagner, que atuava na novela “Velho Chico” da Rede Globo. A emissora produziu várias homenagens para o artista, transparecendo ao público uma forma de gratidão pelo trabalho prestado a Globo, Sendo assim, compro a ideia que a discussão não deveria ser o sensacionalismo em cima da morte do autor, a grande questão a ser discutida é se autor não fosse da Globo e sim da concorrência, a emissora Global daria a mesma importância para morte? Acredito que não, pois infelizmente a mídia ou emissora em seu agendamento vai dar maior importância a notícias dentro de seus interesses. Penso que com a morte do autor, a audiência da novela Velho Chico deve subir, pois a curiosidade das pessoas aumenta para saber como vai ser os próximos capítulos da novela daqui pra frente. 

Por: Luís Gustavo Ribeiro - 3° Período

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Homenagem ou sensacionalismo?

Os meios de comunicação medem e filtram as informações, decidindo o que deve ou não ser veiculado. De acordo com a teoria do agendamento, os veículos de comunicação nos dizem no que pensar e como pensar sobre as notícias divulgadas por eles. Segundo a teoria, a mídia tem grande influência e causa mobilização, pois escolhe os temas e pautas mais relevantes para levar ao público.

Quando acontecem notícias espetaculares, como a morte de alguém em evidencia, a mídia pode acabar mudando o foco de sua programação para cobrir o evento. Um exemplo recente foi a morte do ator Domingos Montagner, que atuava na novela “Velho Chico” da Rede Globo. Com o falecimento de Montagner, percebemos a mudança do plano de notícias, como no programa matinal “É de Casa” da TV Globo, que deixou de exibir pautas anunciadas na semana para transmitir ao vivo o velório do ator.

No caso da morte de Montagner a imprensa se mostrou muito engajada em homenageá-lo, porém, acredito que tenha sido exagerado cobrir o funeral, um momento tão particular e de luto da família. Invadindo a privacidade da esposa, filmando-a em uma hora complicadíssima de sua vida. Passa a sensação de sensacionalismo, pois ultrapassa a linha tênue entre homenagem e exagero.

O agendamento não acredita que a imprensa tente persuadir o público, mas sim fazer com que eles incluam ou excluam certos pensamentos próprios sobre o assunto e levem-nos em suas conversas do dia-a-dia. Tudo isso ocorre, pois a mídia cria e mantém a relevância dos temas, produz a informação de forma mais semelhante, está em todos os lugares e sabe sua influência. Porém, por saber de sua influência, às vezes acabe passando uma imagem apelativa, repetindo e repetindo exaustivamente assuntos pesados ou delicados, a ponto de cobrir a curiosidade (às vezes mórbida) do público.

Alguns programas televisivos tendem a interferir em certos casos policiais ou tragédias, porém, como imprensa não é polícia, não é responsável e nem tem amparo legal para substituir o papel da polícia em investigar os crimes. A mídia, ao interferir nos fatos, passa a decidir o que é correto ou não, legitimo ou não, sendo juiz de uma situação pela qual não tem legitimidade para decidir. Cobrir esses tipos de eventos impõe aos jornalistas uma série de contrariedades ligadas à ética da cobertura.



Por: Fernanda Sobocinski Arantes - 3° Período

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Critica ao texto “Agendamento nas eleições é necessário?"

A emissora reserva um tempo em sua programação para os candidatos apresentarem suas propostas ao público, fazendo com que a mídia incentive o espectador a pensar sobre o que foi exibido, e assim, o agendamento só acontece quando o público comenta em meio social.

Sobre a referência da morte do político Eduardo Campos, no texto diz “mesmo estando em épocas de eleições”, acredito que a mídia faria a cobertura completa do fato, estando ou não em épocas de eleições, e a mídia se mobilizou, porque o político era candidato à Presidência. No texto ainda diz “a morte mudou completamente o cenário da eleição e os veículos de comunicação tiveram papel fundamental nessa mudança”, na minha opinião os veículos de comunicação não tiveram o papel fundamental na mudança, e sim a mudança foi por causa da morte de Eduardo Campos.


Por: Natalie Bollis - 3° Período 

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Agendamento nas eleições é necessário?

Luís Gustavo Ribeiro
3° Período


                                         
  Em tempo de eleições, a mídia muda completamente sua programação para informar seu ouvinte, leitor sobre as notícias decorrentes da votação. Dessa forma, o enfoque de quase todo jornalismo nessa época é nesse assunto.
  Se formos parar para pensar, que teoria do agendamento é os assuntos que a mídia determina nas conversas dos consumidores de notícias.  Com a função de defender o público e informar assuntos que seja essencial para sociedade. 
  Um exemplo dentro do assunto, eleições seria a morte do político e candidato a Presidência Eduardo Campos que foi uns dos principais articuladores do governo Lula, ajudando a mobilizar a base para aprovar a Reforma da Previdência. A mídia se mobilizou para a cobertura completa do fato, mesmo estando em época de eleições. De certo modo, a morte mudou completamente o cenário da eleição e os veículos de comunicação tiveram papel fundamental nessa mudança.
  Sobre o funcionamento do agendamento, a ideia de que os consumidores de notícias tendem a considerar as notícias mais importantes veiculadas na imprensa, sugerindo que os meios de comunicação pautem nosso dia a dia, em relação aos assuntos é eficiente. Conclusão, a agenda setting defende que não é papel da imprensa persuadir. A influência da mídia advém da dinâmica organizacional das empresas de comunicação, com sua cultura própria e critérios de noticiabilidade.
  Contudo, o país está em crise e com a imagem desgastada na política. Assim, chegamos ao ponto principal, qual é papel da mídia nas pautas em tempos de eleições, dar o maior enfoque a elas ou saber equilibrar as informações? Não se esquecendo de notícias consideradas importantes do dia a dia.