terça-feira, 20 de setembro de 2016

Agendamento nas eleições é necessário?

Luís Gustavo Ribeiro
3° Período


                                         
  Em tempo de eleições, a mídia muda completamente sua programação para informar seu ouvinte, leitor sobre as notícias decorrentes da votação. Dessa forma, o enfoque de quase todo jornalismo nessa época é nesse assunto.
  Se formos parar para pensar, que teoria do agendamento é os assuntos que a mídia determina nas conversas dos consumidores de notícias.  Com a função de defender o público e informar assuntos que seja essencial para sociedade. 
  Um exemplo dentro do assunto, eleições seria a morte do político e candidato a Presidência Eduardo Campos que foi uns dos principais articuladores do governo Lula, ajudando a mobilizar a base para aprovar a Reforma da Previdência. A mídia se mobilizou para a cobertura completa do fato, mesmo estando em época de eleições. De certo modo, a morte mudou completamente o cenário da eleição e os veículos de comunicação tiveram papel fundamental nessa mudança.
  Sobre o funcionamento do agendamento, a ideia de que os consumidores de notícias tendem a considerar as notícias mais importantes veiculadas na imprensa, sugerindo que os meios de comunicação pautem nosso dia a dia, em relação aos assuntos é eficiente. Conclusão, a agenda setting defende que não é papel da imprensa persuadir. A influência da mídia advém da dinâmica organizacional das empresas de comunicação, com sua cultura própria e critérios de noticiabilidade.
  Contudo, o país está em crise e com a imagem desgastada na política. Assim, chegamos ao ponto principal, qual é papel da mídia nas pautas em tempos de eleições, dar o maior enfoque a elas ou saber equilibrar as informações? Não se esquecendo de notícias consideradas importantes do dia a dia.




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